Dependência cibernética, um mal do século

“…foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão” (1 Timóteo 6.12).

Escrevi recentemente sobre a minha preocupação com aqueles que estão dedicando uma grande parte do seu tempo ao entretenimento cibernético; com uma vasta parcela dos que se isolam do mundo real, do bom relacionamento familiar, do convívio conjugal, da vida interativa pela comunicação verbal entre pessoas e amigos. Hoje, a questão da dependência cibernética tem preocupado os médicos, os psicólogos e outros profissionais que estudam o comportamento humano. Há casos já registrados onde pessoas estão doentes por causa dessa dependência do celular, da internet, etc. Estas pessoas estão sendo tratadas da mesma maneira como se trata um dependente químico, com remédios ainda mais fortes e com os mesmos cuidados médicos. Pessoa com essa dependência, com esse vício, geralmente, não tem compromisso consigo mesmo. Quando chega a uma situação dessas já requer um cuidado especial, um tratamento e um acompanhamento médico, pois a doença já é uma realidade, pois elas perdem diariamente muito tempo com o smartpfone, o tablet, o notebook, e, principalmente, com a internet. É triste conversar com alguém que não está nem ai para o que você fala, pois a preocupação com o celular é cada vez maior. A dependência cibernética, hoje em dia tem tratamento semelhante ao dependente químico, pois a pessoa sente falta, é obcecado pelo celular, pela internet e tudo que gira em torno da tecnologia cibernética. Não culpo os pais e nem a ninguém, todavia, alerto para esse problema que é uma realidade no nosso meio. Hoje, os presentes mais cobiçados giram em torno do celular e do notebook e do acesso à internet. Vários professores incentivam a pesquisa pela internet. As grandes enciclopédias, milhões de livros didáticos, livros de variadas categorias, filmes, gravuras, museus, turismo, etc, já estão em meio eletrônico, ou seja, na internet. O que fazer? Talvez seja a sua pergunta. A minha resposta é: tudo que for excessivo, que tire o nosso tempo das coisas do Senhor, nos afaste das pessoas que amamos e não permita que o Espírito Santo tenha autoridade sobre nós, é considerado preocupante e podendo a atingir a situação chamada pecado. Lembre-se, “Todas almas são minhas, a alma que pecar, está morrerá”.

Pr. Orcélio Amâncio

Pr. Orcélio Amâncio

José Orcélio de Almeida Amâncio é o atual pastor presidente da igreja Evangélica Assembleia de Deus, igreja do Novo Milênio, localizada no Núcleo Bandeirante, Brasília DF. O pastor Orcélio é formado em letras(português-hebraico) pela universidade Estadual do Rio de Janeiro, é Bacharel em teologia, realizou o curso na escola de preparação de obreiros evangélicos (EPOE), no Rio de Janeiro, onde foi coordenador do ensino por seis anos; também, possui o curso básico de teologia da FATAD, em Brasília, durante dez anos, lecionou ali a língua hebraica e variadas disciplinas teologicas. É pós-graduado em docência do ensino superior pela faculdade Albert Einstein (FALBE) de Brasília DF.

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