“Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos” (2 Timóteo 3.1).

 A Bíblia a cada dia tem se tornado ainda mais atual. É maravilhoso meditarmos nas Escrituras Sagradas e confirmarmos a sua atualidade para com as coisas que acontecem neste nosso século. As pessoas estão cada vez mais preocupadas com a onda de violência que se espalha por todo mundo. A paz tem passado longe das grandes metrópoles. A juventude, ociosa e sem uma estrutura e capacitação religiosa tem procurado marcar encontros pelas redes sociais a fim de se divertirem em algum lugar que seja para eles aprazível, porém, muitos deles  que comparecem não respeitam a ordem, as leis dos estabelecimentos, nem as famílias que ali comparecem para algum tipo de lazer. Muitas famílias já não vão mais aos shoppings porque têm medo dos movimentos chamados “rolezinhos”. O “rolé” nada mais é do que um rápido passeio entre amigos, porém, estes passeios que poderiam ser um momento para se desfrutar da amizade e unir mais as pessoas, tem se tornado para muitos um momento de grande pavor e decepções. Muitos jovens de má índole se infiltram no meio dos componentes dos chamados “rolezinhos”, que não deixa de ser um tipo de “flash mob” e passam a agredir e saquear as lojas e os estabelecimentos comerciais dos shoppings. Isso é muito triste. Trata-se de uma boa idéia, porém, não vem trazendo bons resultados. Agora surgiu uma nova modalidade o “isoporzinho”, esse pelo menos não tem trazido transtorno para a sociedade brasiliense, pelo contrário, tem sido uma forma de unir ainda mais os grupos familiares que se reúnem no “eixão” aos domingos. Esse movimento é recente e surgiu com o propósito de passar uma mensagem aos donos de bares e restaurantes que os seus preços estão abusivos. As pessoas que comparecem ao “isoporzinho” levam o seu isopor com suas bebidas e vão ao “eixão” fazer o seu lazer. O que virá depois do “isoporzinho”. Do ponto de vista social, esse movimento foi uma boa idéia, e trouxe bons resultados, porém, até quando?