“Dá esforço ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor” (Is 40.29) “… E ponde-lhe (…) sandálias nos pés” (Lc 15.22) “E calçados os pés na preparação do evangelho da paz” (Ef  6.15).

Jesus Cristo, quando enviou pela primeira vez seus discípulos para realizarem a obra evangelística, expandindo o reino de Deus na terra, determinou que pregassem primeiramente “às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 10.6) e que não levassem ouro, nem prata, nem cobre, nem alforjes, nem duas túnicas, nem alparcas (sandálias típicas da época) e nem bordão (Mt 6.9,10). O apóstolo Paulo, escrevendo aos efésios, recomenda, no capítulo em que fala da armadura cristã, no seis, que não devemos deixar de usar os calçados nos pés, que representa a força e o vigor para o deslocamento do corpo, “templo do Espírito Santo”. São os pés que dão firmeza ao corpo e servem para conduzi-lo para todo e qualquer lugar. Eles precisam estar “calçados na preparação do evangelho da paz” para nos garantir entrada no reino dos céus. Não adianta uma renovação sem disposição. Uma pessoa renovada é, de fato, rejuvenescida no corpo, na alma e no espírito. Uma sandália nova em pé cansado é a mesma coisa que a deixar guardada a fim de que não seja admirada por outras pessoas. Faz-se necessário que deixemos de lado a indisposição e o cansaço e façamos algo para Deus enquanto é dia. A Bíblia diz que o Senhor “dá esforço ao cansado e multiplica as forças do que não tem nenhum vigor”. E mais: “… os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias; correrão (é preciso sandálias novas) e não se cansarão; caminhão e não se fatigarão” (Isaías 40.29,31). Para não se fatigar, é recomendável que os pés estejam dispostos e revigorados, já que as sandálias são novas e fortes. Tão logo o filho pródigo retornou arrependido, sujo, faminto e descalço, foi recebido por seu pai que, após o beijar, mandou que lhe trocassem as vestes e pôs-lhe sandálias novas nos pés. Começava, para aquele jovem, uma nova jornada, pois uma nova perspectiva de vida lhe estava despontando. Somente depois de trocadas as vestes e colocado o calçado nos pés é que partiu a ordem de seu pai: “Matem o bezerro cevado” – era o que havia de mais especial no seio do rebanho. O bezerro cevado era preservado para uma ocasião muito nobre “… veio o teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo” (Lc 15.27). Era momento de regozijo “Porque este meu filho estava morto e reviveu, tinha-se perdido e foi achado. E começaram a alegrar-se” (Lc 15.24). Da mesma forma, Jesus diz que há alegria no céu quando um pecador se arrepende, ou seja, troca as sandálias rotas do mundo por sandálias novas adquiridas na graça, cuja finalidade é permitir que se ande no novo caminho (salvação), sem preocupação de exaustão e canseira. A igreja de Cristo atravessa dias de despertamento. Percebe-se isso olhando para cada adolescente, jovem ou adulto assíduos aos cultos. Paira sobre eles um desejo crescente de trabalhar para Jesus e não podemos cercear esse anseio natural desses grupos que tem encontrado forças para caminhar, ou seja, que calçaram as sandálias novas. Talvez você seja um jovem que ainda esteja usando calçados velhos em pés cansados, porém, digo-lhe com o coração cheio de amor: É hora de fazer a troca. Faça isso com a máxima urgência, pois Jesus de Nazaré precisa de você hoje mesmo cada vez mais animado, revigorado e avivado. Aleluia!

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