Aprendendo com a formiga

“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio, pois ela, não tendo chefe, nem guarda, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento” (Pv 6.6-8).

Nas Escrituras Sagradas, existem inúmeras comparações que produzem ensinamentos encorajadores e, porque não dizer, edificantes e de valia extraordinária. A formiga é exaltada pelo sábio Salomão e o preguiçoso é admoestado a seguir o exemplo desse diminuto inseto que passa a todos nós uma lição de disposição, precaução, resistência, trabalho, obediência e de dever de fazer o trabalho que lhe é devido ainda sem que tenha um chefe. No Brasil, há cerca de dez mil espécies de formigas. Há uma grande diversidade de formigas: formigas-correição, tipo muito comum, cavam um ninho para criar novas rainhas. Estas estão sempre preocupadas com a perpetuação da espécie. De igual modo, o cristão não cessa de gerar novos filhos espirituais, pela pregação da Palavra de Deus. Se, hoje, o Brasil é uma potência, em termos de movimento pentecostal, é porque outros povos se preocuparam em nos evangelizar, por isso, é preciso retribuir. Existem as “formigas-pote-de-mel” que criam obreiras especiais, cuja única função é armazenar comida nos seus próprios corpos para o resto do grupo, ficando, por isso, imóveis, com o abdômen cheio de comida. Que lição de despertamento para todo cristão! Existe, sim, muita gente imóvel, sem nada fazer para Deus. “São os preguiçosos na fé”, pessoas que não se conscientizaram de que é obrigação de todo cristão pregar o Evangelho de Jesus Cristo e que não se deve guardar para si o que de graça recebemos do Senhor. A você te digo: renove sua dispensa, alimente-se de alimentos novos, distribua o que você tem armazenado há décadas, gere filhos espirituais em Cristo e seja uma bênção! As “formigas-cortadoras” são bem organizadas. Elas não se alimentam ingerindo as folhas que cortam. São várias castas com funções específicas para a manutenção da colônia. Há as que cortam e/ou carregam folhas, flores e ramos; as que cuidam da limpeza e da defesa da colônia; e as que tratam do cultivo do fungo e do cuidado com os filhotes, chamados larvas. Que bom seria se todo cristão tivesse esse cuidado de gerar “filhos”. Gerar filhos na fé parece até fácil para alguns, porém, difícil mesmo é criá-los. Cada cristão precisa aprender a cuidar do “novo convertido”. A igreja tem vários novos convertidos, uns até com dez anos de crente, porém, ainda são meninos na fé, ainda tomam o leite racional e, por conseguinte, precisam de apoio, de ajuda espiritual, de que nos aproximemos deles e de que os conheçamos melhor com o objetivo de por eles intercedermos, de os alimentarmos melhor e de ajudá-los a crescer no conhecimento e na graça do Senhor Jesus. “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio. Pois ela, não tendo chefe, nem guarda, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento”. As formigas não necessitam que tenha alguém lhes mandando fazer algo, não necessitam de chefe, nem dominador. Elas fazem todo o trabalho por dever de sobrevivência e para protegerem a rainha e toda a espécie.

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Pr. Orcélio Amâncio

Pr. Orcélio Amâncio

José Orcélio de Almeida Amâncio é o atual pastor presidente da igreja Evangélica Assembleia de Deus, igreja do Novo Milênio, localizada no Núcleo Bandeirante, Brasília DF. O pastor Orcélio é formado em letras(português-hebraico) pela universidade Estadual do Rio de Janeiro, é Bacharel em teologia, realizou o curso na escola de preparação de obreiros evangélicos (EPOE), no Rio de Janeiro, onde foi coordenador do ensino por seis anos; também, possui o curso básico de teologia da FATAD, em Brasília, durante dez anos, lecionou ali a língua hebraica e variadas disciplinas teologicas. É pós-graduado em docência do ensino superior pela faculdade Albert Einstein (FALBE) de Brasília DF.

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