Apaixonados pelo problema

“Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! (Mateus 23.37).

Todo dia, temos a oportunidade de aprender uma coisa nova e, nesta semana, eu aprendi que devemos ser apaixonados pelos problemas, tanto os nossos como os do nosso próximo. Quando somos apaixonados pelos problemas, eles tornam-se mais fáceis de se resolver, pois, nos motivamos, empreendemos mais garra e tempo a fim de solucioná-los a contento. Na Bíblia, a pessoa de Jesus Cristo é o maior exemplo de quem se apaixonou pelos problemas dos outros. Ele mesmo disse diz que, muitas vezes, tentou ajuntar os seus irmãos, de tal forma que pudesse informá-los melhor de sua missão aqui na terra, proclamando com paciência e segurança o Evangelho recebido do Pai, para a salvação de todo aquele que crer; Ele, por diversas vezes, procurou reunidos em algum lugar e abertamente lhes falar sobre a Lei de Moisés, mostrando a todos que Ele, Jesus de Nazaré, era o Filho unigênito de Deus e veio cumprir a Lei; que a submissão maior seria restaurar o homem e colocá-lo em plena comunhão com Deus, de modo que, por si só, esse homem pudesse alcançar a misericórdia de Deus, quando cresse nas promessas divinas, vaticinadas pelos profetas, ou seja, levá-lo a aceitar a Cristo, o Messias, como Salvador e Senhor de sua vida. Jesus procurou fazer, para com os de sua nação, como uma galinha faz com os pintinhos, porém, eles não quiseram, mas apedrejaram os profetas, os mensageiros de Deus e mataram a Jesus Cristo, o Filho unigênito do Pai, pendurando-o numa cruz, achando eles que haviam eliminado um grande problema. Pelo contrário, iniciava-se a solução do maior problema do homem: a remissão dos pecados, pois Jesus além de morrer por eles, também, ressuscitou para derrota do inferno e vitória da igreja. Jesus dá inúmeros exemplos de como o amor por uma alma vale mais do que qualquer tesouro. Jesus Cristo era apaixonado pelos problemas dos outros. Ele, certa vez, estando numa sinagoga, ouviu alguém exclamar assim: “… Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste a destruir-nos?…” (Lc 4.34,35) – ora, Jesus conhecia muito bem as regras gramaticais de sua época e percebeu que havia um problema, naquele momento, com aquele homem. Pois, como um único ser humano poderia estar falando como se fosse uma multidão? Falando no plural? Então, Jesus se apaixonou por aquele problema. Ele voltou-se para aquele homem e expulsou os demônios que havia nele. Só uma pessoa apaixonada pelo problema de seu semelhante consegue proceder dessa forma. Há muitos exemplos, mas cito somente este. Quando o cristão se apaixona pelo problema do seu semelhante, seja ele parente, irmão em Cristo ou algum descrente do Evangelho de Jesus, ele acaba esquecendo-se dos seus próprios, e não descansa enquanto não vê-los resolvidos; a batalha fica mais emocionante e dinâmica. Pois, a cada passo, provamos nossa capacidade e nossa disposição para enfrentar a dificuldade de frente. Deus, um dia, se deparou com um grande problema: a perdição da humanidade, parecia uma causa perdida. Ao reunir-se no céu, em torno da própria Trindade, disse: “A quem enviarei e quem há de ir por nós” – então o Filho se apresenta e responde: “Eis-me aqui envia-me a mim!” (Isaías 6.8) – É essa motivação e amor ao próximo que falta a muitos. É preciso que cada um seja apaixonado pelo problema, quer seja seu ou do outro, e lute para ajudar a amenizar a dor do seu próximo, assim como fez Jesus Cristo. Aleluia! Não perca o contato com aquele que pode restaurar sua vida: Jesus de Nazaré!

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Pr. Orcélio Amâncio

Pr. Orcélio Amâncio

José Orcélio de Almeida Amâncio é o atual pastor presidente da igreja Evangélica Assembleia de Deus, igreja do Novo Milênio, localizada no Núcleo Bandeirante, Brasília DF. O pastor Orcélio é formado em letras(português-hebraico) pela universidade Estadual do Rio de Janeiro, é Bacharel em teologia, realizou o curso na escola de preparação de obreiros evangélicos (EPOE), no Rio de Janeiro, onde foi coordenador do ensino por seis anos; também, possui o curso básico de teologia da FATAD, em Brasília, durante dez anos, lecionou ali a língua hebraica e variadas disciplinas teologicas. É pós-graduado em docência do ensino superior pela faculdade Albert Einstein (FALBE) de Brasília DF.

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