“Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma” (Hebreus 10.39).

O mundo todo assistiu ao tsunami e ao terremoto ocorridos no Japão. Ondas gigantescas causaram grandes destruições nas principais cidades nipônicas.  E, até hoje, ainda não se sabe a totalidade de vítimas fatais que o terremoto ceifou. Sabe-se, porém, que esta tragédia é a maior já ocorrida em território japonês e, porque não dizer, na Ásia. Como se não bastasse, os japoneses também enfrentam sérios problemas com suas usinas nucleares, pois os reatores 3 e 4 da Usina Nuclear Daiichi, de Fukushima, apresentam riscos de expor combustível nuclear no ar o que aumentou consideravelmente o sofrimento daquele povo que tanto amamos, devido à contaminação. Meu apelo é que a igreja continue orando e intercedendo pelos japoneses para que Deus os livre de consequências piores e lhes conceda a oportunidade de se reconstruírem após essas catástrofes e que possam refletir sobre a necessidade de se crer em Cristo para a conservação da alma. O escritor da Carta aos hebreus é bem claro ao dizer que “… não somos daqueles que se retiram para a perdição…”. Nos momentos difíceis, é normal o homem se voltar para o Criador. O crente não pode jamais se afastar do centro da bênção, muito menos do epicentro do vendaval espiritual, da batalha, da luta, sem que antes exerça o poder da fé genuína em Cristo e faça cumprir o que está escrito na Bíblia: “… Somos mais do que vencedores em Cristo Jesus…” Se o crente fugir, “se mostrar frouxo na hora da luta”, certamente, o Senhor “não terá prazer nele”. É preciso, nessas horas de turbulência, crer piamente no Deus que tem se revelado como “fortaleza e rocha da salvação” para os que nEle crêem. “… Não somos daqueles que se retiram para a perdição…”, logo, o crente deve lutar com todas as armas espirituais (Ef 6.11-18) com perseverança e intrepidez e vencer todos os obstáculos e demônios que se levantam para destruir os que são do Senhor Jesus. O crente fiel é do grupo “daqueles que crêem para a conservação da alma”. No mundo globalizado em que vivemos, é muito comum o crente se esquecer de seus compromissos vitais, tais como oração, consagração, meditação nas Escrituras, assiduidade à igreja, contribuição generosa, entrega espontânea e alegre do dízimo e das ofertas alçadas e a necessidade de se preparar melhor para exercer o ministério eficaz e comunicar a mensagem do Evangelho. Enfim, é preciso que cada cristão se preocupe com a sua vida além do túmulo, pense mais no porvir, na vida gloriosa que terão os que não se retiram para a perdição, mas, mesmo fraquinhos, sem grandes forças físicas e espirituais, não negam o nome de Jesus Cristo, o Nazareno, e caminham de fé em fé. Mesmo diante das catástrofes como as que ocorreram na Terra do Sol Nascente, os japoneses mantém-se serenos, não se desesperam e confiam que o amanhã será melhor que o hoje. Eles passam a todos nós uma lição de vida: a lição da verdadeira esperança. Oremos pelo povo nipônico!

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