“Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Coríntios 4.7).

O apóstolo Paulo é um exemplo de vaso de barro. Há um paradoxo em que o mesmo homem que é usado por Deus para curar enfermos, libertar pessoas cativas de Satanás, ressuscitar um morto, pregar o Evangelho sem medo da morte, etc., é o mesmo que chora na prisão, que canta hinos de louvor, que se humilha perante Deus, arrepende-se de todos os seus pecados e se acha o maior pecador entre os homens de sua época, sujeito às mesmas paixões e desejos que os cristãos de hoje. É preciso que cada crente em Jesus Cristo compreenda bem o conhecimento de Deus em sua vida. Esse conhecimento é o tesouro que, armazenado no coração, proporciona um caminhar firme para testemunhar do grande amor de Deus, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo, autor e consumador da fé. Que tesouros você tem que precisam ser preservados para que possa viver bem, ter êxito e vitórias em tudo que você deseja fazer? Um desses tesouros é a fé. Sem ela é impossível agradarmos a Deus e ela cresce à proporção que eu a exercito. Outro tesouro glorioso que o crente recebe quando aceita ao Senhor como Salvador é a alegria da salvação. Jamais se deve perder essa alegria. Davi, o maior rei de Israel, certa vez sentiu que havia perdido essa alegria e orou a Deus assim: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me de meu pecado. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste. Esconde a tua face dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto. Não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito Santo. Torna a dar-me a alegria da tua salvação e sustém-me com um espírito voluntário” (Salmo 51). Esforce-se para não perder a alegria da salvação. Ela deve ser preservada e guardada a sete chaves para que o inimigo não a roube. Quando o crente perde essa alegria, perde, na verdade, a graça e a unção divinas. Outro tesouro valioso é o amor. O amor deve ser cultivado e aprimorado a cada instante na vida cristã, pois ele é a mais perfeita manifestação de ternura, de gratidão e carinho por tudo que o Senhor fez por nós. Quando o crente ama de verdade a Deus, sente o desejo e o dever de amar ao seu irmão, ao seu semelhante, como a si mesmo. Procure preservar o amor dentro de seu coração e o pratique sempre, pois você irá obter paz e harmonia plenas. Quando o homem de Deus valoriza os tesouros recebidos do Senhor para o exercício de sua fé cristã, ele certamente passa a reconhecer que todo o poder emana de cima, de Deus e, com frequência, humilha-se diante de Jesus para que a excelência do poder seja unicamente de Deus, o Criador de todas as coisas e não do crente, a criatura. Há muitos tesouros conquistados, tais como os dons espirituais e a paz e há muitos outros que precisam ser conquistados e armazenados em vasos de barro. O vaso de barro caracteriza a fragilidade e a capacidade do homem de Deus se dobrar diante do Senhor. Quem não consegue se humilhar diante do Senhor, jamais será exaltado por Ele.

Caso você deseje ler toda a Coleção Nas Asas do Espírito, Principalmente o Volume III, de onde foi tirado este texto, ou o livro Avistei o Farol, onde narro parte de minha vida secular, ou seja, testemunhos que me ocorreram na minha trajetória na Marinha do Brasil, entre em contato comigo e adquira todos os livros por um preço espetacular, é só fazer contato pelos telefones (61) 9551-9827 (claro) ou (61) 8195-1942 (TIM) e ainda (61) 3242-4456, email orcelio.orcelio@gmail.com e farei o possível para que os livros cheguem em suas mãos, uma vez que você não os encontrará, ainda nas principais livrarias nacionais.