“Até o pardal encontrou casa, e a andorinha ninho para si e para sua prole, junto dos teus altares, Senhor dos Exércitos, Rei meu e Deus meu” (Salmo 84.3).

Outro dia desses, eu falei sobre diversos tipos de andorinhas, pássaros que gostam de fazer o seu ninho nas cumeeiras dos templos. O pardal apresenta algumas características que muito se assemelham à vida do cristão, a começar pela sua capacidade de reprodução. Eles são pássaros que encontram muita facilidade para procriarem. A igreja de Cristo tem essa capacidade, principalmente, se levarmos a sério o trabalho realizado pelos Grupos de Evangelismo de Crescimento. A igreja é um organismo que cresce muito rapidamente, porque os cristãos se unem em torno de um objetivo específico: ganhar almas para o reino de Deus. Quando estamos convictos do IDE de Jesus, não temos medo e nem receio de pregar sabiamente o Evangelho, “poder de Deus para salvação de todo aquele que nele crer”. Pardal é nome genérico dado aos pequenos pássaros da família “passeridae”. São, também, aves cosmopolitas e adaptam-se bem a áreas urbanizadas e à convivência com os seres humanos. De igual modo, nós, como a igreja de Cristo, não podemos viver longe um dos outros. Temos que nos agruparmos. Esse negócio de servir a Deus em casa, não comparecendo à igreja e não participando, com os irmãos, da comunhão e do partir do pão, não é bom e com o passar do tempo, acabará definhando a pessoa, espiritualmente falando. Os que optam por essa prática é bom reavaliar seus conceitos, pois não condizem com o preconizado nas Escrituras Sagradas: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. (…) Diariamente perseveravam unanimemente no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração. Louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos 2.42-47). Os pardais alimentam-se de sementes e de insetos. Tal como eles, o cristão não pode abrir mão de sua alimentação diária, ou seja, aquela capaz de mantê-lo em pé, firme na fé, edificado, cheio do conhecimento de Deus, através da Palavra do Senhor. Cabe ressaltar que o pardal doméstico foi introduzido pelo homem em todos os continentes e é, atualmente, a espécie de ave com maior distribuição geográfica. Mais um fator para que o cristão se assemelhe a eles, pois o próprio Jesus disse: “… Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). O pardal é um pássaro atento e desconfiado, resistindo bem às perseguições e sempre ocupando novas áreas. Para expandir-se geograficamente, conta também com a colaboração dos seres humanos que os conduzem através de embarcações, estrada de ferro e de rodagem. Por fim, vemos quantas semelhanças esse pássaro tem com o cristão. Nós temos a obrigação de sermos resistentes a toda e qualquer perseguição, porquanto o mundo jaz no maligno. Antes de ele perseguir a nós, perseguiu a Cristo, porém, Cristo o venceu e a igreja tem autoridade para vencê-lo também. Nós, cristãos, somos mais do que vencedores em Cristo Jesus.

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