“Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará” (João 16.22).

 Têm certas frases ditas no meio futebolístico que são marca registrada na mídia, essa é uma: “…alegria nos pés”, dita pelo próprio treinador da Seleção brasileira referindo-se a um de seus jogadores, o mais novo entre os convocados. Ter alegria nos pés é saber fazer o dever de casa com a bola, driblando, passando, cruzando e fazendo gol, etc. Quem assim procede dentro de campo só empolga a sua torcida, pois levanta o público e o enche de gozo, uma satisfação que dura por noventa minutos e algumas horas talvez. A alegria da qual Jesus se referiu no Evangelho de João, verso a cima, é algo duradouro, capaz de transformar o mais triste coração em uma explosão de felicidade. A Seleção que almeja ser campeã precisa sim ter alegria nos pés, e o salvo em Cristo se quiser ser um campeão, um vitorioso na vida precisa ter alegria no coração e muita fé. O salmista Davi, quando se encontrava em conflito espiritual e sentiu que a alegria da salvação fugia de seu íntimo ele, imediatamente, suplicou ao Senhor dizendo: “Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário” (Sl 51.12). Enquanto para ser um campeão no futebol faz-se necessário ter alegria nos pés, para ser um vitorioso, um campeão de Deus é preciso ter alegria no coração, a qual é considerada um banquete frequente: “Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é um banquete contínuo”. A alegria do crente em Jesus Cristo deve ser completa: “Até agora nada pedistes em meu nome; pedi, e recebereis, para que a vossa alegria seja completa”.