“Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra” (João 4.34).

 É muito emocionante ver alguém comer um prato caprichado de comida, seja ela da cozinha mineira, nordestina ou gaúcha com disposição de quem está há dias sem se alimentar direito. Jesus disse aos seus discípulos a frase acima visto que eles queriam que Jesus se alimentasse, mas Jesus estava interessado em comer outra comida que os seus discípulos não conheciam, mas que ele os revelou: “…a minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra”. Jesus tinha acabado de ter uma experiência com a evangelização da mulher samaritana e a sua disposição para continuar falando do amor de Deus era enorme e os seus seguidores não entenderam a intenção de Jesus. É preciso que cada crente, grato por sua salvação, tenha disposição para pregar o evangelho a toda criatura, uma disposição tal como a de quem devora um prato de comida ou imprime a sua raça para dividir uma bola a fim de ser vitorioso na peleja. Eu li outro dia a seguinte frase: “Jogador de futebol tem de ir na bola com a mesma disposição que vai num prato de comida” (Neném Prancha). Neném Prancha foi um filósofo do futebol, pois sempre surgia com frases de efeito Ele também foi jogador, um roupeiro, massagista, olheiro e técnico de futebol brasileiro. Devido suas mãos medir cada uma 23 centímetros de comprimento e dos pés, calçarem 44, ficou conhecido como Neném Prancha. Essa frase serve de alerta para todos nós cristãos, pois devemos ter a mesma disposição para evangelizar como quem gosta de um prato de comida, ou de quem gosta de bola. É hora de todos os cristãos se despertarem para a evangelização.