“Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Filipenses 3: 13; 14).

Esta mensagem foi construída pelo pastor Adriel Amâncio, e por ter me interessado por ela, estou publicando: “Tendo em vista o conhecimento geral de todos em relação ao funcionamento de um banco, podemos então tirar de lá alguns ensinamentos para nossa jornada Cristã. Os bancos são em sua grande maioria, super frequentados, e por isso estão frequentemente lotados de pessoas. Devido a esse aglomerado de gente, o banco necessita de usar filas, para arrumar o local a priorizar a ordem de chegada. Muitos bancos hoje em dia para facilitarem o atendimento, usufruem de senhas. Essas senhas permitem uma maior comodidade ao cliente, permitindo que ele possa esperar a sua vez, sentado. Existem em nosso meio crentes relacionando sua caminhada ao céu a sua rotina aos bancos. Servos que um dia aceitaram a Jesus, e que pegaram uma senha, e hoje esperam sentados o Senhor chamar por seu número. A salvação não pode jamais ser comparada desta forma, pois para obter a salvação, é necessário estar em constante batalha espiritual. A busca para que no dia em que Jesus volte, Ele te busque, é difícil, e é necessário esforço constante de nossa parte. Em Colossenses 3:1, o apóstolo Paulo fala sobre buscar as coisas de cima. Se nós ficarmos em inércia, desatentos para a busca divina, no dia da volta de Jesus nós não subiremos. Precisamos nos mexer para fazer a obra, mudar o nosso jeito de se portar, se colocar a frente do Pai e nos posicionar para a batalha. É necessário desprender-nos da “mornidão” e buscar, e não apenas esperar a salvação. A salvação não é brincadeira, nem muito menos fácil de se conseguir. Para obter essa benção, precisamos nos preparar, buscar e viver em constante vigilância, sem perder o “foco” e sem descansar. Podemos em partes, dizer que a salvação é como “um hospital público”: “teoricamente todos tem direito, mas na prática, nem todos conseguem uma vaga”. Lembre-se, pois, que o céu não é como no banco!