“Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2 Coríntios 4.18).

 Eu disse ontem que é muito comum hoje em dia um jovem obreiro pensar primeiro no seu ministério e como fazer para o mesmo ser próspero e bem estruturado do que planejar a sua vida em família. A síndrome do urgente tem se espalhado no meio evangélico e tem trazido sérios problemas para os ministérios locais, pois, alguns preferem fazer o que ele acha URGENTE do que aquilo que certamente é o mais importante. As coisas terrenas, aqueles que se veem com facilidade é considerada por muitos urgente, porém, as que se não veem, que são importantes estão sendo deixadas de lado, tais como a oração, a preocupação com a obra missionária, ou seja, assistência financeira, oração e comunicação que aqueles que já vivem na luta pela salvação de vidas, muitas vezes longe de suas terras onde nasceram. A síndrome do urgente tem ocupado o ugar do importante na vida de muitos obreiros do Senhor. Alguns pastores e evangelistas têm deixado obras importantes como a vida de oração, de meditação, de consagração, de estruturação familiar e educação dos filhos, para atender aquilo que eles acham ser URGENTE, tais como, Convenção, Congresso, reunião diversas, viagens sem propósito à obra tida e havida como missionária, quando outros obreiros poderiam fazer o mesmo trabalho, etc.; alguns desses eventos algumas vezes não trazem nem edificação, mas são taxados como urgentes e nem sempre são mais importantes e não criam novos horizontes para expandir o reino de Deus, mas só servem para prender à atenção dos obreiros em torno de objetivos que não irão produzir crescimento e edificação para a igreja de Cristo. É preciso, nesse mundo globalizado, avaliar e decidir com prudência. Nem sempre o mais urgente é o mais importante.