“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro, assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também, E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3.12-14).

O DNA ou ADN cujo significado em português é ácido desoxirribonucléico, segundo o que encontramos nas principais enciclopédias, trata-se de “um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos, e que transmitem as características hereditárias de cada ser vivo” (Wikipédia, a enciclopédia livre). Quando o homem aceita a Cristo como Salvador, passa a viver uma vida diferente da que levava quando estava no mundo. Ele adquire características que o enobrecem diante dos homens, a sua mente torna-se a mente de Cristo, e Cristo passa a viver nele e ele em Cristo, de modo que o novo caráter cristão é transformado pelo poder de Deus, então, dizemos que ele nasceu de novo e a vida que agora ele vive em Cristo eu digo que é o “DNA” cristão. O “DNA” cristão, adquirido com o novo nascimento, externa particularidades que o novo crente não vivenciava quando não conhecia a Jesus Cristo e nem a sua Palavra, ou seja: Ele com esse “DNA” se reveste de santidade, de misericórdia, de benignidade, de humildade, de mansidão, de longanimidade e o melhor, consegue suportar as lutas e as adversidades promovidas pelos seus semelhantes, porque a sua vida é marcada pelo amor e a compaixão pelas almas perdidas. Mesmo sofrendo afrontas e injúrias, ele não consegue mais ter ódio e nem invejas. Como eleito de Deus vivencia uma nova fase, pois, como nova criatura, as coisas velhas se passaram e eis que tudo se fez novo. O seu “DNA” cristão é moldado na Palavra de Deus, a qual afirma que o novo crente deve ser luz e sal da terra, trocando a insensatez pela sensatez, para isso deixa de construir a casa espiritual sobre a areia e a constrói sobre a rocha, e essa Rocha é Cristo, o autor e consumador da fé. Assim sendo, ela passa a viver em amor, perdoando e exalando o bom cheio de Jesus.  A Bíblia é clara em dizer: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro, assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também, E, sobre tudo isto, vos revesti de caridade, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3.12-14).