“Ou como aborto oculto, não existiria; como as crianças que não viram a luz.” (Jó 3.16).

A vida é uma das coisas mais maravilhosa neste mundo. O salmista que o diga: “Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmos 139.14). Quantas crianças nem se quer tiveram a oportunidade de ver a luz e glorificar o nome do Senhor Deus, porque foram sacadas do ventre através da violência do abordo, onde muitas mães não tiveram a responsabilidade perante a vida do outro. Não me refiro aqui os casos excepcionais em que a vida da mãe é considerada prioridade, mas aos casos em que se tira a criança do ventre pelo simples prazer de abortar. Quase todos os dias a mídia fala de clinicas e quadrilhas que são presas por praticarem esse crime na ilegalidade, sem nenhuma estrutura e autorização para tal. A vida é uma exclusividade de Deus. Ele é o dono da vida e somente Ele pode tirá-la, isso não compete ao homem, porquanto, quem assim o pratica dará conta ao Senhor um dia. O feto é um ser que luta pela vida e creio que a comunidade cristã não apóia o abordo, mas o abomina quando é praticado na irresponsabilidade. Etimologicamente a palavra é de origem latina e significa “o sol se por, desaparecer no horizonte, ou seja, desvanecer, desaparecer, morrer”. O salmista assim se expressa: “Como a lesma se derrete, assim se vá cada um deles; como o aborto duma mulher, que nunca viu o sol.” (Salmos 58.8). É muito triste tirar a oportunidade de uma criança vê o sol, ou seja, nascer. Como cristão convicto e uma fé fundamentada na Palavra de Deus, eu creio que a alma e o espírito são colocados por Deus ainda no embrião, com a concepção. A Bíblia diz: “Peso da Palavra do Senhor sobre Israel. Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele” (Zacarias 12.1). O embrião mesmo não estando totalmente formado, porém, é uma vida, é uma pessoa e tem o direito de viver, de ver o sol. É claro que não falo aqui do aborto eugênico, nem do aborto acidental e muito menos do aborto natural, mas daquele praticado pelo simples prazer de tirar a vida do semelhante. Quem pratica o aborto deste tipo tira a oportunidade gloriosa de alguém ver o sol.