Bela pergunta, sincera resposta!

“E, pondo-se a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele, e lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?
E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus.” (Marcos 10.17,18).

Esse episódio narrado na Bíblia é de muita valia para nós hoje, pois trata-se de uma mensagem que muito ensina o homem a saber o quanto é importante a vida eterna e como achá-la. Jesus não respondeu de imediato a pergunta do jovem rico, sobre como herdar a vida eterna, mas sabendo que aquela pergunta não procedia da profundeza da alma, Jesus simplesmente falou que ele sabia os mandamentos da lei de Deus, e Jesus ao citá-los, o moço logo disse que os cumpria todos, como quem dissesse a Cristo: Se for por ai para se alcançar a vida eterna então, já encontro-me no caminho e bem adiantado, pois faço tudo o que manda a lei de Moisés. Jesus sabia perfeitamente que estava diante de um grande mentiroso, que ele não cumpria nenhum terço do que estava escrito na Lei, mas lhe deu uma tarefa não muito fácil: “Ele, porém, respondendo, lhe disse: Mestre, tudo isso guardei desde a minha mocidade. E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me.” (Marcos 10.20-21). Jesus viu que aquele jovem rico não tinha nenhum receio de ir até Ele, nem de conversar pessoalmente e expor o seu problema da alma. Jesus viu certo interesse daquele moço, talvez boa vontade de conhecer o caminho da salvação, porém, não estava preparado para renunciar os bens materiais para seguir ao Senhor. O “ter” era para ele muito mais importante do que o “ser”. Ter que deixar os seus tesouros terrenos, as riquezas terrenas, dando-as aos pobres, para depois seguir a Cristo, era algo que não combinava muito com a sua natureza espiritual. Muitos perdem uma grande oportunidade de ser feliz nesta terra porque não tem a capacidade espiritual para renunciar. A renúncia é uma questão de fé e disciplina espiritual. Aquele jovem rico não tomou uma decisão sincera para com Jesus Cristo. Jesus é a porta da Salvação, é através dEle que o homem encontra o caminho para a vida eterna com Deus. Foi uma bela pergunta, porém, não levou a sério a resposta de Jesus. Jesus Cristo foi sincero em dizer-lhe que ele deveria dar as suas riquezas aos pobres e depois segui-lo.

Bela pergunta, sincera resposta!

“E, pondo-se a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele, e lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?
E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus.” (Marcos 10.17,18).

Esse episódio narrado na Bíblia é de muita valia para nós hoje, pois trata-se de uma mensagem que muito ensina o homem a saber o quanto é importante a vida eterna e como achá-la. Jesus não respondeu de imediato a pergunta do jovem rico, sobre como herdar a vida eterna, mas sabendo que aquela pergunta não procedia da profundeza da alma, Jesus simplesmente falou que ele sabia os mandamentos da lei de Deus, e Jesus ao citá-los, o moço logo disse que os cumpria todos, como quem dissesse a Cristo: Se for por ai para se alcançar a vida eterna então, já encontro-me no caminho e bem adiantado, pois faço tudo o que manda a lei de Moisés. Jesus sabia perfeitamente que estava diante de um grande mentiroso, que ele não cumpria nenhum terço do que estava escrito na Lei, mas lhe deu uma tarefa não muito fácil: “Ele, porém, respondendo, lhe disse: Mestre, tudo isso guardei desde a minha mocidade. E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me.” (Marcos 10.20-21). Jesus viu que aquele jovem rico não tinha nenhum receio de ir até Ele, nem de conversar pessoalmente e expor o seu problema da alma. Jesus viu certo interesse daquele moço, talvez boa vontade de conhecer o caminho da salvação, porém, não estava preparado para renunciar os bens materiais para seguir ao Senhor. O “ter” era para ele muito mais importante do que o “ser”. Ter que deixar os seus tesouros terrenos, as riquezas terrenas, dando-as aos pobres, para depois seguir a Cristo, era algo que não combinava muito com a sua natureza espiritual. Muitos perdem uma grande oportunidade de ser feliz nesta terra porque não tem a capacidade espiritual para renunciar. A renúncia é uma questão de fé e disciplina espiritual. Aquele jovem rico não tomou uma decisão sincera para com Jesus Cristo. Jesus é a porta da Salvação, é através dEle que o homem encontra o caminho para a vida eterna com Deus. Foi uma bela pergunta, porém, não levou a sério a resposta de Jesus. Jesus Cristo foi sincero em dizer-lhe que ele deveria dar as suas riquezas aos pobres e depois segui-lo.

Pr. Orcélio Amâncio

Pr. Orcélio Amâncio

José Orcélio de Almeida Amâncio é o atual pastor presidente da igreja Evangélica Assembleia de Deus, igreja do Novo Milênio, localizada no Núcleo Bandeirante, Brasília DF. O pastor Orcélio é formado em letras(português-hebraico) pela universidade Estadual do Rio de Janeiro, é Bacharel em teologia, realizou o curso na escola de preparação de obreiros evangélicos (EPOE), no Rio de Janeiro, onde foi coordenador do ensino por seis anos; também, possui o curso básico de teologia da FATAD, em Brasília, durante dez anos, lecionou ali a língua hebraica e variadas disciplinas teologicas. É pós-graduado em docência do ensino superior pela faculdade Albert Einstein (FALBE) de Brasília DF.

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