Convite para o lançamento de mais um livro da coleção Nas Asas do Espírito: “Mantendo a chama acesa”.

Hoje estou lançando mais um livro da coleção Nas Asas do Espírito, o volume VI – “Mantendo a chama acesa”. E aproveito o meu blog para lhe convidar para essa simples festa, porém, de grande valia e significado para a minha vida ministerial. Será às 1900h de hoje, dia 18 de Janeiro, no templo Sede da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Núcleo Bandeirante – Brasília,DF.

Segue abaixo o trecho da primeira palavra registrada no livro, o qual leva o nome do volume VI:

“O fogo que está sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas. O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará” (Levítico 6:12-13).

Tenho me preocupado, nestes últimos dez anos de pastorado, com o poder do Espírito Santo na vida da igreja. Tenho pregado em algumas igrejas que outrora eram tidas e havidas como pentecostais, local da manifestação do Espírito Santo, porém, com a chegada de outros membros e da renovação da membresia, parece que houve um esfriamento na maneira da igreja se manifestar diante do louvor, dos testemunhos, da pregação, do ensino da Palavra de Deus e de outras atividades que fazem parte do culto. O avivamento, alguns anos atrás, era sentido com mais frequência e o falar em línguas era uma constante ao longo dos cultos. Era uma marca do fogo pentecostal nas igrejas assembleianas. Hoje, está mais difícil vermos essa manifestação do Espírito Santo. Pouco há para se identificar se a congregação é ou não movida pelos dons do Espírito Santo, ou seja, se realmente é pentecostal. O que houve? O que está acontecendo com as igrejas que eram conhecidas como “fogo puro”? A chama do pentecoste, acesa nos idos de 1910 aqui no Brasil, mais precisamente em Belém do Pará, não poderá jamais se apagar no seio da igreja evangélica Assembleia de Deus implantada no Brasil ou no exterior. Alguns anos atrás tive a oportunidade de pregar nos Estados Unidos, na Itália, na Grécia, na Suécia, na Dinamarca, em Dakar, em Cabo Verde, na Ilha da Madeira, em Portugal, na Espanha, na Alemanha e em Oslo, na Noruega e vi ali um povo que falava em línguas estranhas, um povo que permitia que o Espírito Santo se manifestasse no indivíduo e no grupo. Rogo a Deus que nada tenha mudado por lá. Não podemos jamais permitir que esta chama se extinga. Pastores, líderes e obreiros batizados com o Espírito Santo e com fogo devem lutar para que outros irmãos busquem vivenciar esta maravilhosa experiência e usufruir dos dons espirituais contidos na Bíblia. Paulo exorta os irmãos de Roma a serem fervorosos no espírito (Rm 12.11) e cheios de vigor espiritual para buscarem uma renovação constante para orar, louvar, testemunhar, pregar, ensinar, cultuar, enfim, para fazer a obra determinada por Cristo com toda a alegria da alma, mantendo a chama do avivamento sempre acesa. A chama do Espírito Santo pode se apagar na vida de um crente. Vários são os fatores que contribuem para isso. Vejamos alguns. Negligência para com as coisas de Deus: “Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento, eis que estava toda cheia de cardos, e a sua superfície coberta de urtiga, e o seu muro de pedras estava derrubado” (Pv 24.30,31). Veja também: “O que é negligente na sua obra é também irmão do desperdiçador” (Pv 18.9) e “Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?” (Mt 25.26). Deus não aceita que seus filhos sejam negligentes. Outro fator negativo para fazer o fogo pentecostal se apagar na vida do crente é quando ele se torna desobediente. Paulo escreve: “Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues” (Rm 6.17). Em hebreus 13.17, lemos: “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil” (Hb 13.17). Desobedecer ao pastor da igreja provoca esfriamento na fé. Paulo manda, também, obedecer às tradições contidas na Bíblia e não aos costumes de homens orgulhosos e egoístas: “Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa” (2 Ts 2.15). Em Provérbios 22.28, o sabio Salomão afirma: “Não removas os antigos limites que teus pais fizeram”. Ser presunçoso, ou seja, querer a glória somente para si é outra fonte de esfriamento do fogo pentecostal na vida do crente, porquanto, Deus não dá a sua glória a ninguém: “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura” (Is 42.8). Paulo afirma aos gálatas: “Mas longe esteja de mim gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo” (Gl 6.14). Ser ambicioso, não permitindo que a humildade seja uma característica da vida (1 Sm 20.30,31; 1 Rs 22.24) e ser descuidado com as coisas recebidas de Deus, tais como talentos, dons espirituais e responsabilidades ministeriais (Pv 6.10; 1 Co 5.6; Jz 16.20,21) também são fatores que causam esfriamento espiritual no cristão. É muito triste quando o cristão deixa o fogo do Espírito Santo se apagar em sua vida. O fogo pentecostal apagado na vida de um crente revela a falta de luz, a falta de visão da obra do Senhor (1 Sm 3.1,3,4; Jo 4.35), a falta de visão do seu próprio estado espiritual, pois não consegue ser mais sensivel ao toque do Espírito Santo (At 16.9), não enxerga mais o clamor das almas perdidas (At 16.9; 18.9), não tem mais a visão dos dons espirituais (1 Co 12; 2 Co 12.1-5) e revela a falta de segurança (Ex 40.38), de calor, de fogo (Ap 3.15,16; At 28.1), de convicção tanto em relação às coisas presentes quanto às futuras (Mq 3.8; Jr 20.9) e a falta de amor, tão necessário nestes dias de grandes lutas e tribulação (Mt 24.12; Ap 2.4,5). Um conselho amigo e de quem tem lutado para que a obra do Espírito Santo permaneça viva e a chama do pentecostes acesa dentro de cada um de nós: “Por ventura, não ardia em nosso coração, quando pelo caminho ele nos abria as Escrituras?” (Lucas 24). Permita que o fogo legítimo seja conservado em seu homem interior, ou seja, o fogo da consagração, da evangelização, da união, dos dons espirituais e do amor fraternal. Se você tem encontrado dificuldades para manter esse fogo aceso dentro de ti, eu te darei uma dica: fogo para manter-se aceso preciso ser alimentado (Lv 6.12) com oração, jejum, leitura e meditação na Palavra de Deus, assiduidade aos cultos, envolvimento com Deus e com a obra dEle. É preciso retirar as cinzas, ou seja, lutar para que sua vida seja irrepreensível diante do Senhor, não permitindo que o pecado te domine (1 Rs 13.3; Gn 26.17-19). É preciso ser mais perseverante nas coisas do Senhor Jesus. É preciso abanar o fogo a fim de que as brasas provoquem labaredas que expulsem a frieza e a mornidão. É preciso buscar uma renovação contínua, colocando mais lenha na fogueira de sua vida (Cl 3.10). Por fim, deixe o Espírito de Deus dominar sua vida completamente, corpo, alma e espírito (1 Ts 5.16). Mantenha, a todo custo, a chama do Espírito Santo acesa dentro de você para que sejas uma grande bênção, um ótimo vaso para o uso do Senhor.

Convite para o lançamento de mais um livro da coleção Nas Asas do Espírito: “Mantendo a chama acesa”.

Hoje estou lançando mais um livro da coleção Nas Asas do Espírito, o volume VI – “Mantendo a chama acesa”. E aproveito o meu blog para lhe convidar para essa simples festa, porém, de grande valia e significado para a minha vida ministerial. Será às 1900h de hoje, dia 18 de Janeiro, no templo Sede da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Núcleo Bandeirante – Brasília,DF.

Segue abaixo o trecho da primeira palavra registrada no livro, o qual leva o nome do volume VI:

“O fogo que está sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas. O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará” (Levítico 6:12-13).

Tenho me preocupado, nestes últimos dez anos de pastorado, com o poder do Espírito Santo na vida da igreja. Tenho pregado em algumas igrejas que outrora eram tidas e havidas como pentecostais, local da manifestação do Espírito Santo, porém, com a chegada de outros membros e da renovação da membresia, parece que houve um esfriamento na maneira da igreja se manifestar diante do louvor, dos testemunhos, da pregação, do ensino da Palavra de Deus e de outras atividades que fazem parte do culto. O avivamento, alguns anos atrás, era sentido com mais frequência e o falar em línguas era uma constante ao longo dos cultos. Era uma marca do fogo pentecostal nas igrejas assembleianas. Hoje, está mais difícil vermos essa manifestação do Espírito Santo. Pouco há para se identificar se a congregação é ou não movida pelos dons do Espírito Santo, ou seja, se realmente é pentecostal. O que houve? O que está acontecendo com as igrejas que eram conhecidas como “fogo puro”? A chama do pentecoste, acesa nos idos de 1910 aqui no Brasil, mais precisamente em Belém do Pará, não poderá jamais se apagar no seio da igreja evangélica Assembleia de Deus implantada no Brasil ou no exterior. Alguns anos atrás tive a oportunidade de pregar nos Estados Unidos, na Itália, na Grécia, na Suécia, na Dinamarca, em Dakar, em Cabo Verde, na Ilha da Madeira, em Portugal, na Espanha, na Alemanha e em Oslo, na Noruega e vi ali um povo que falava em línguas estranhas, um povo que permitia que o Espírito Santo se manifestasse no indivíduo e no grupo. Rogo a Deus que nada tenha mudado por lá. Não podemos jamais permitir que esta chama se extinga. Pastores, líderes e obreiros batizados com o Espírito Santo e com fogo devem lutar para que outros irmãos busquem vivenciar esta maravilhosa experiência e usufruir dos dons espirituais contidos na Bíblia. Paulo exorta os irmãos de Roma a serem fervorosos no espírito (Rm 12.11) e cheios de vigor espiritual para buscarem uma renovação constante para orar, louvar, testemunhar, pregar, ensinar, cultuar, enfim, para fazer a obra determinada por Cristo com toda a alegria da alma, mantendo a chama do avivamento sempre acesa. A chama do Espírito Santo pode se apagar na vida de um crente. Vários são os fatores que contribuem para isso. Vejamos alguns. Negligência para com as coisas de Deus: “Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento, eis que estava toda cheia de cardos, e a sua superfície coberta de urtiga, e o seu muro de pedras estava derrubado” (Pv 24.30,31). Veja também: “O que é negligente na sua obra é também irmão do desperdiçador” (Pv 18.9) e “Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?” (Mt 25.26). Deus não aceita que seus filhos sejam negligentes. Outro fator negativo para fazer o fogo pentecostal se apagar na vida do crente é quando ele se torna desobediente. Paulo escreve: “Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues” (Rm 6.17). Em hebreus 13.17, lemos: “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil” (Hb 13.17). Desobedecer ao pastor da igreja provoca esfriamento na fé. Paulo manda, também, obedecer às tradições contidas na Bíblia e não aos costumes de homens orgulhosos e egoístas: “Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa” (2 Ts 2.15). Em Provérbios 22.28, o sabio Salomão afirma: “Não removas os antigos limites que teus pais fizeram”. Ser presunçoso, ou seja, querer a glória somente para si é outra fonte de esfriamento do fogo pentecostal na vida do crente, porquanto, Deus não dá a sua glória a ninguém: “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura” (Is 42.8). Paulo afirma aos gálatas: “Mas longe esteja de mim gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo” (Gl 6.14). Ser ambicioso, não permitindo que a humildade seja uma característica da vida (1 Sm 20.30,31; 1 Rs 22.24) e ser descuidado com as coisas recebidas de Deus, tais como talentos, dons espirituais e responsabilidades ministeriais (Pv 6.10; 1 Co 5.6; Jz 16.20,21) também são fatores que causam esfriamento espiritual no cristão. É muito triste quando o cristão deixa o fogo do Espírito Santo se apagar em sua vida. O fogo pentecostal apagado na vida de um crente revela a falta de luz, a falta de visão da obra do Senhor (1 Sm 3.1,3,4; Jo 4.35), a falta de visão do seu próprio estado espiritual, pois não consegue ser mais sensivel ao toque do Espírito Santo (At 16.9), não enxerga mais o clamor das almas perdidas (At 16.9; 18.9), não tem mais a visão dos dons espirituais (1 Co 12; 2 Co 12.1-5) e revela a falta de segurança (Ex 40.38), de calor, de fogo (Ap 3.15,16; At 28.1), de convicção tanto em relação às coisas presentes quanto às futuras (Mq 3.8; Jr 20.9) e a falta de amor, tão necessário nestes dias de grandes lutas e tribulação (Mt 24.12; Ap 2.4,5). Um conselho amigo e de quem tem lutado para que a obra do Espírito Santo permaneça viva e a chama do pentecostes acesa dentro de cada um de nós: “Por ventura, não ardia em nosso coração, quando pelo caminho ele nos abria as Escrituras?” (Lucas 24). Permita que o fogo legítimo seja conservado em seu homem interior, ou seja, o fogo da consagração, da evangelização, da união, dos dons espirituais e do amor fraternal. Se você tem encontrado dificuldades para manter esse fogo aceso dentro de ti, eu te darei uma dica: fogo para manter-se aceso preciso ser alimentado (Lv 6.12) com oração, jejum, leitura e meditação na Palavra de Deus, assiduidade aos cultos, envolvimento com Deus e com a obra dEle. É preciso retirar as cinzas, ou seja, lutar para que sua vida seja irrepreensível diante do Senhor, não permitindo que o pecado te domine (1 Rs 13.3; Gn 26.17-19). É preciso ser mais perseverante nas coisas do Senhor Jesus. É preciso abanar o fogo a fim de que as brasas provoquem labaredas que expulsem a frieza e a mornidão. É preciso buscar uma renovação contínua, colocando mais lenha na fogueira de sua vida (Cl 3.10). Por fim, deixe o Espírito de Deus dominar sua vida completamente, corpo, alma e espírito (1 Ts 5.16). Mantenha, a todo custo, a chama do Espírito Santo acesa dentro de você para que sejas uma grande bênção, um ótimo vaso para o uso do Senhor.

Pr. Orcélio Amâncio

Pr. Orcélio Amâncio

José Orcélio de Almeida Amâncio é o atual pastor presidente da igreja Evangélica Assembleia de Deus, igreja do Novo Milênio, localizada no Núcleo Bandeirante, Brasília DF. O pastor Orcélio é formado em letras(português-hebraico) pela universidade Estadual do Rio de Janeiro, é Bacharel em teologia, realizou o curso na escola de preparação de obreiros evangélicos (EPOE), no Rio de Janeiro, onde foi coordenador do ensino por seis anos; também, possui o curso básico de teologia da FATAD, em Brasília, durante dez anos, lecionou ali a língua hebraica e variadas disciplinas teologicas. É pós-graduado em docência do ensino superior pela faculdade Albert Einstein (FALBE) de Brasília DF.

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