Motivação e Persistência, duas armas que o cristão deve sempre usar no dia a dia

“E a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom, e dão fruto com perseverança (persistência, constância).” (Lucas 8.15).

Na palavra de ontem eu falei sobre a motivação e gostaria que você pensasse em motivação, não como argumentou Abraham Maslow. Ele está certo ao defender seu ponto de vista, porém, gostaria que você se motivasse, de maneira diferente, não somente por aquilo que você realiza, mas pelo que Deus fez, faz e fará por sua vida. Aleluia! A motivação, quase sempre está relacionada com o desempenho positivo. Mas, será que isso é verdade? Acredito, depois de algumas pesquisas que, uma pessoa que se põe a caminho de um provável alvo, ela não necessariamente está motivada a atingi-lo. Os fatores que a levam a caminhar naquela direção podem-lhe ser intrínsecos ou extrínsecos. Quando são intrínsecos, há motivação. Quando são extrínsecos, há apenas movimento. Algumas pessoas também agem por um impulso interno, por uma necessidade interior. Neste caso, existe vontade própria para alcançar os seus propósitos, existe motivação, que pode ser transformada em movimento permanente por meio da doutrinação. Disse o apóstolo Paulo: “…esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3.13,14). E conclui: “Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (At 20.24). Motivação e persistência são diferentes. Persistência é como nadar em um rio: se você parar de nadar, você pode afundar. Se for persistente chegara a outra margem. Paulo foi um homem persistente. Ele poderia ter desistido logo no inicio do seu ministério, devido a perseguição dos próprios judeus, mas ele não voltou a trás, continuou a servir a Jesus, de modo a dizer no fim da jornada: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Tm 4.7). E mais: “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado” (2 Co 12.15). Paulo foi um exemplo prático de quem tinha persistência: “Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos; Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez. Além das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas. Quem enfraquece, que eu também não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu me não abrase? … pôs guardas às portas da cidade dos damascenos, para me prenderem. E fui descido num cesto por uma janela da muralha; e assim escapei das suas mãos.” (2 Co 11.24-33). A motivação é aquilo que faz com que você queira algo e corra atrás dos seus objetivos, e já a persistência faz com que você não desista, mas continue lutando. Motivação e Persistência, são duas armas que você não pode descartar nas batalhas diárias da vida.

Motivação e Persistência, duas armas que o cristão deve sempre usar no dia a dia

“E a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom, e dão fruto com perseverança (persistência, constância).” (Lucas 8.15).

Na palavra de ontem eu falei sobre a motivação e gostaria que você pensasse em motivação, não como argumentou Abraham Maslow. Ele está certo ao defender seu ponto de vista, porém, gostaria que você se motivasse, de maneira diferente, não somente por aquilo que você realiza, mas pelo que Deus fez, faz e fará por sua vida. Aleluia! A motivação, quase sempre está relacionada com o desempenho positivo. Mas, será que isso é verdade? Acredito, depois de algumas pesquisas que, uma pessoa que se põe a caminho de um provável alvo, ela não necessariamente está motivada a atingi-lo. Os fatores que a levam a caminhar naquela direção podem-lhe ser intrínsecos ou extrínsecos. Quando são intrínsecos, há motivação. Quando são extrínsecos, há apenas movimento. Algumas pessoas também agem por um impulso interno, por uma necessidade interior. Neste caso, existe vontade própria para alcançar os seus propósitos, existe motivação, que pode ser transformada em movimento permanente por meio da doutrinação. Disse o apóstolo Paulo: “…esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3.13,14). E conclui: “Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (At 20.24). Motivação e persistência são diferentes. Persistência é como nadar em um rio: se você parar de nadar, você pode afundar. Se for persistente chegara a outra margem. Paulo foi um homem persistente. Ele poderia ter desistido logo no inicio do seu ministério, devido a perseguição dos próprios judeus, mas ele não voltou a trás, continuou a servir a Jesus, de modo a dizer no fim da jornada: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Tm 4.7). E mais: “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado” (2 Co 12.15). Paulo foi um exemplo prático de quem tinha persistência: “Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos; Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez. Além das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas. Quem enfraquece, que eu também não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu me não abrase? … pôs guardas às portas da cidade dos damascenos, para me prenderem. E fui descido num cesto por uma janela da muralha; e assim escapei das suas mãos.” (2 Co 11.24-33). A motivação é aquilo que faz com que você queira algo e corra atrás dos seus objetivos, e já a persistência faz com que você não desista, mas continue lutando. Motivação e Persistência, são duas armas que você não pode descartar nas batalhas diárias da vida.

Pr. Orcélio Amâncio

Pr. Orcélio Amâncio

José Orcélio de Almeida Amâncio é o atual pastor presidente da igreja Evangélica Assembleia de Deus, igreja do Novo Milênio, localizada no Núcleo Bandeirante, Brasília DF. O pastor Orcélio é formado em letras(português-hebraico) pela universidade Estadual do Rio de Janeiro, é Bacharel em teologia, realizou o curso na escola de preparação de obreiros evangélicos (EPOE), no Rio de Janeiro, onde foi coordenador do ensino por seis anos; também, possui o curso básico de teologia da FATAD, em Brasília, durante dez anos, lecionou ali a língua hebraica e variadas disciplinas teologicas. É pós-graduado em docência do ensino superior pela faculdade Albert Einstein (FALBE) de Brasília DF.

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