O culto a individualização e a extinção da família: características pós-modernas

“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;
Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças.” (1 Timóteo 4.1-3).

Ontem escrevi sobre a Babilônia e não foi somente eu que aproveitou o momento para fazer o “panelaço”, mas inúmeras pessoas que nem evangélicos são, mas que primam pelos princípios éticos e da família, saíram em defesa desse maior patrimônio de Deus a instituição familiar. Não se pode, através de apologias baratas e desgastadas na sociedade pós-moderna, se invadir os lares por meio de programas e novelas tentando extinguir os princípios bíblicos e as ordenanças do Criador da humildade. O Senhor Deus, ao ver o ser criado se distanciando do Éden espiritual, enviou Seu único Filho, Jesus Cristo para restaurar o homem e convencê-lo que ao lado de Deus é melhor do que qualquer coisa nesse mundo. O pós-modernismo trouxe muitas coisas boas, tais como, a evolução marcante dos meios de comunicações, a informática e o universo digital, no entanto, em meio as benesses posteriores aos anos 50, ou melhor, após a era industrial, outras ideologias foram desenvolvidas as quais tem causado sérios danos a sociedade atual. Opondo-se ao movimento Modernista, o pós-modernismo, tem causado alguns males à sociedade, principalmente, a família, porquanto, o culto a individualização tem afastado o pai do filho e a mãe da filha. A difusão dos valores morais e bíblicos tem sido difícil de serem aceitos por essa geração cibernética, que, em contato com as influências nocivas das telenovelas atuais, as quais não sofrem nenhum tipo de censura por parte das autoridades, acabam por marcar traços na personalidade de adolescentes e jovens, que crescem sem ao menos conhecer o valor do limite, o poder da verdade, e a importância de Deus em suas vidas. Por isso, muitos estão apostatando da fé e outros nem o significado de fé sabem, bem como desconhecem os efeitos benéficos que a fé produz. É triste contemplar uma geração que tem medo de tudo, que se harmoniza com a tecnologia da facilidade promovida pela comunicação. Geração que cresce sem nenhum pudor e censura, que aceita tudo que algumas mentes “diabólicas” colocam como verdades e normalidades para um viver melhor. É preciso nessas horas de conflitos interiores conhecer a fonte, ou seja, de onde partem as ideologias nocivas, que Paulo chama de “doutrinas de demônios”, que são lançadas no seio da sociedade por homens hipócritas que falam mentiras, e cujas mentes são cauterizadas pelo pecado. Esses tais querem a “ferro e a fogo”, extinguir o conceito e os princípios que norteiam a família, pois tendo eles a consciência impura, proíbe o casamento, tudo fazem para destruir a beleza do amor que Deus deixou para nós: o amor entre um homem e uma mulher. Essa fase pós-moderna está intimamente ligada a globalização, e, em nome dessa modernidade, o homem mergulha na busca desenfreada do consumismo indo desaguar diretamente no mar do materialismo e do individualismo. Este último é tão nocivo que vem se arrastando desde sua criação no Modernismo e hoje, está contribuindo para desfazer princípio, normas, regras, valores e o que o homem tem de tão bom dentro de si: Deus e o amor ao próximo. Meu alerta é para você não aceitar que a Babilônia vem transtornar sua vida e manchar a sua consciência pura com as inverdades e a face oculta do pecado, que se apresenta como uma imagem de objeto real para descaminhar as gerações de hoje e as futuras da presença do Criador. Lembre-se que inovações não são transformações. O culto a individualização não traz felicidades perenes e o culto à família deve ser preservado e não extinto.

O culto a individualização e a extinção da família: características pós-modernas

“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;
Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças.” (1 Timóteo 4.1-3).

Ontem escrevi sobre a Babilônia e não foi somente eu que aproveitou o momento para fazer o “panelaço”, mas inúmeras pessoas que nem evangélicos são, mas que primam pelos princípios éticos e da família, saíram em defesa desse maior patrimônio de Deus a instituição familiar. Não se pode, através de apologias baratas e desgastadas na sociedade pós-moderna, se invadir os lares por meio de programas e novelas tentando extinguir os princípios bíblicos e as ordenanças do Criador da humildade. O Senhor Deus, ao ver o ser criado se distanciando do Éden espiritual, enviou Seu único Filho, Jesus Cristo para restaurar o homem e convencê-lo que ao lado de Deus é melhor do que qualquer coisa nesse mundo. O pós-modernismo trouxe muitas coisas boas, tais como, a evolução marcante dos meios de comunicações, a informática e o universo digital, no entanto, em meio as benesses posteriores aos anos 50, ou melhor, após a era industrial, outras ideologias foram desenvolvidas as quais tem causado sérios danos a sociedade atual. Opondo-se ao movimento Modernista, o pós-modernismo, tem causado alguns males à sociedade, principalmente, a família, porquanto, o culto a individualização tem afastado o pai do filho e a mãe da filha. A difusão dos valores morais e bíblicos tem sido difícil de serem aceitos por essa geração cibernética, que, em contato com as influências nocivas das telenovelas atuais, as quais não sofrem nenhum tipo de censura por parte das autoridades, acabam por marcar traços na personalidade de adolescentes e jovens, que crescem sem ao menos conhecer o valor do limite, o poder da verdade, e a importância de Deus em suas vidas. Por isso, muitos estão apostatando da fé e outros nem o significado de fé sabem, bem como desconhecem os efeitos benéficos que a fé produz. É triste contemplar uma geração que tem medo de tudo, que se harmoniza com a tecnologia da facilidade promovida pela comunicação. Geração que cresce sem nenhum pudor e censura, que aceita tudo que algumas mentes “diabólicas” colocam como verdades e normalidades para um viver melhor. É preciso nessas horas de conflitos interiores conhecer a fonte, ou seja, de onde partem as ideologias nocivas, que Paulo chama de “doutrinas de demônios”, que são lançadas no seio da sociedade por homens hipócritas que falam mentiras, e cujas mentes são cauterizadas pelo pecado. Esses tais querem a “ferro e a fogo”, extinguir o conceito e os princípios que norteiam a família, pois tendo eles a consciência impura, proíbe o casamento, tudo fazem para destruir a beleza do amor que Deus deixou para nós: o amor entre um homem e uma mulher. Essa fase pós-moderna está intimamente ligada a globalização, e, em nome dessa modernidade, o homem mergulha na busca desenfreada do consumismo indo desaguar diretamente no mar do materialismo e do individualismo. Este último é tão nocivo que vem se arrastando desde sua criação no Modernismo e hoje, está contribuindo para desfazer princípio, normas, regras, valores e o que o homem tem de tão bom dentro de si: Deus e o amor ao próximo. Meu alerta é para você não aceitar que a Babilônia vem transtornar sua vida e manchar a sua consciência pura com as inverdades e a face oculta do pecado, que se apresenta como uma imagem de objeto real para descaminhar as gerações de hoje e as futuras da presença do Criador. Lembre-se que inovações não são transformações. O culto a individualização não traz felicidades perenes e o culto à família deve ser preservado e não extinto.

Pr. Orcélio Amâncio

Pr. Orcélio Amâncio

José Orcélio de Almeida Amâncio é o atual pastor presidente da igreja Evangélica Assembleia de Deus, igreja do Novo Milênio, localizada no Núcleo Bandeirante, Brasília DF. O pastor Orcélio é formado em letras(português-hebraico) pela universidade Estadual do Rio de Janeiro, é Bacharel em teologia, realizou o curso na escola de preparação de obreiros evangélicos (EPOE), no Rio de Janeiro, onde foi coordenador do ensino por seis anos; também, possui o curso básico de teologia da FATAD, em Brasília, durante dez anos, lecionou ali a língua hebraica e variadas disciplinas teologicas. É pós-graduado em docência do ensino superior pela faculdade Albert Einstein (FALBE) de Brasília DF.

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