O último passo é o passo da bênção, da vitória (Extraído da Coleção Nas Asas do Espírito, de autoria do pastor Orcélio).

“E, quando os que levavam a arca chegaram ao Jordão, e os seus pés se molharam na beira das águas (porque o Jordão transbordava sobre todas as suas ribanceiras, todos os dias da ceifa), pararam-se as águas, que vinham de cima; levantaram-se num montão, mui longe da cidade de Adão, que está ao lado de Zaretã; e as que desciam ao mar das campinas, que é o Mar Salgado, foram de todo separadas; então passou o povo em frente de Jericó. Porém, os sacerdotes, que levavam a arca da aliança do Senhor, pararam firmes, em seco, no meio do Jordão, e todo o Israel passou a seco, até que todo o povo acabou de passar o Jordão” (Josué 3.15-16).

O Jordão até hoje guarda fatos que aconteceram ao longo de suas margens. Em hebraico – “o que desce” – ele é historicamente conhecido pelos eventos que marcaram o povo de Israel e outros povos da região. Nele Jesus Cristo foi batizado por João Batista: “Então veio Jesus da Galileia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas, João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim? Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu. E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele” (Mateus 3.13-16). Elias e Elizeu tocaram suas águas com uma capa e ele se abriu e eles passaram sem molhar os pés, à semelhança do que ocorreu quando os pés dos sacerdotes que levavam a arca tocaram as águas. Deus havia dito a Josué: “… este dia começarei a engrandecer a ti perante os olhos de todo Israel, para que saibam que assim como fui com Moisés, assim serei contigo” (Josué 3.7). Deus queria realizar um grande milagre, mas o povo não estava preparado para receber a bênção, a vitória. Eles necessitavam de santificação. Josué sabia, perfeitamente, que, para acontecer o milagre, seria preciso um conserto de todo o povo com Deus. Então, ele disse às tribos: “… Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós” (Josué 3.5). A bênção, a vitória, não é alcançada por muitos porque não permitem que a arca (tipo de Cristo) passe a sua frente. A arca tem que estar à frente do cristão para orientá-lo, guiá-lo, dando-lhe sempre uma direção acertada para ele e sua família. Josué sabia que a arca precisaria ir à frente do povo pelos sacerdotes que a conduziam: “… Levantai a arca do concerto e passai adiante deste povo…” (Josué 3.6). Cristo deve permanecer, sempre, na frente de cada cristão temente e obediente. O último passo é o passo da bênção, da vitória. Os sacerdotes, tão logo deram o passo derradeiro e tocaram as águas, o rio se abriu permitindo o povo passar em seco. O grande segredo é que os sacerdotes que levavam a arca continuaram à frente do povo e só pararam no meio do rio, entre as duas margens. Abraão, certa vez, para cumprir um pedido da parte de Deus, precisou fazer um altar. Nele colocou lenha e amarrou seu filho Isaque. Tudo indica que ele iria imolar o seu filho e oferecê-lo em sacrifício ao Senhor. Deus queria provar a fé do patriarca. No instante em que ele ia usar o cutelo no rapaz, o anjo bradou das alturas e o impediu de cumprir o intento. Foi no último passo que a bênção, a vitória, aconteceu e Abraão e seu filho foram contagiados pela visão e pelo milagre ocorrido ali (Gênesis 22.6-11). Moisés e todo o povo, certa ocasião, encontravam-se em grande aperto. Faraó com todo o seu exército se aproximava com grande fúria e, certamente, iria repatriar o povo de volta para o Egito. Mais que depressa, Deus mandou Moisés tocar nas águas do grande Mar Vermelho que se abriu em duas partes e o povo passou seguro. O exército de faraó entrou atrás do povo, porém Deus fechou o mar e os soldados egípcios pereceram naquelas águas (Êxodo 14.15-22). Foi no último passo, no último minuto que houve o grande e maravilhoso milagre. O último passo é o passo da bênção, da vitória! A Bíblia relata a difícil tarefa de uma mulher que sofria há doze anos de uma hemorragia e que gastara todo o seu dinheiro em busca de cura. Um dia, talvez o mais trabalhoso de sua jornada, seguiu os passos de Jesus e enveredou por entre a multidão e tentou alcançar a orla do seu vestido. Apesar das dificuldades, ela conseguiu tocar as vestes de Cristo e foi curada, pois dEle saiu virtude. A mulher não só foi curada naquele último passo, o passo da bênção e da vitória, mas também obteve o perdão de seus pecados (Lucas 8.40-50). Não chovia em Israel fazia alguns anos. O profeta Elias resolveu orar para tornar a chover e disse ao seu moço: “… sobe agora, e olha para banda do mar. E subiu e olhou e disse, não há nada” (1 Reis 18.23). Elias não desanimou, persistiu em mais seis tentativas de oração e pediu ao moço que olhasse o céu, e ele olhou por mais seis vezes. De repente, na sétima, no último passo, o passo da bênção e da vitória, o jovem viu uma nuvem do tamanho da mão de um homem e, a partir dali, o milagre: desceu muita chuva sobre a terra (1 Reis 18.41-45). O último passo é o passo da bênção! Houve um dia em que um general sírio, chamado Naamã, procurou o profeta Elizeu em Samaria para que ele o curasse de sua enfermidade, lepra. Elizeu não recebeu, particularmente, Naamã, mas mandou o seu moço dizer-lhe que ele mergulhasse sete vezes no Jordão e seria curado. A Bíblia relata que o oficial sírio saiu reclamando da recepção e do rio em que teria que mergulhar, porquanto, na sua concepção, as águas do Jordão eram sujas e em Damasco, capital de seu país, havia rios de águas límpidas e cristalinas, Abana e Farpar. Mesmo contrariado, ele, com muito custo e a pedido dos seus criados, mergulhou as sete vezes recomendadas por Elizeu. Na última vez, a lepra desapareceu de seu corpo. Ele fora curado. A menina, sua criada, tinha razão, o Deus de Israel é poderoso, misericordioso e tem poder para restaurar o homem de qualquer mal. Naamã foi curado no último mergulho, no último instante de fé, quando ele creu que no sétimo mergulho sua pele seria limpa para todo o sempre. É no último passo, o passo da bênção e da vitória que as coisas boas acontecem na vida daquele que crê. Muitos cristãos não alcançam vitórias porque desistem no meio do processo, antes do último mergulho. Falta-lhes fé, força, ânimo, coragem, persistência para prosseguirem avante, na busca dos objetivos, dos sonhos e dos seus alvos. Muitos não são persistentes e, por isso, acabam perdendo a dádiva que desce de Deus. Já imaginaram se o profeta Daniel tivesse desistido no vigésimo dia de batalha de oração à beira do rio Hidéquel? Ele não esmoreceu. Foi persistente e, no vigésimo primeiro dia, Deus lhe concedeu o desejo de seu coração: somente ele viu o anjo se encaminhar para ele, os homens que estavam com ele, naquele momento, não viram o anjo, mas temeram e fugiram, escondendo-se (Dn 10.7-8). Foi no último passo, no último instante que ele permaneceu firme. Entre momentos acordado e desacordado, ele continuou crendo que Deus lhe concederia a bênção e assim aconteceu. A vitória veio no último passo, o passo de fé e de coragem. Querido irmão e amigo leitor, seja mais lutador, vibrador e persistente. Não desista dos seus objetivos, dos seus sonhos! Tenha fé, disposição, ânimo sabendo que o último passo é o passo da bênção e da vitória. Satanás já dava por ganha a batalha contra o reino dos céus. Ele não contava que, no último passo, ao terceiro dia, o Filho de Deus ressuscitaria em glória, para selar o plano da salvação da humanidade. Renascia, assim, Jesus Cristo no último passo, cheio de vigor e unção! Aleluia!

O último passo é o passo da bênção, da vitória (Extraído da Coleção Nas Asas do Espírito, de autoria do pastor Orcélio).

“E, quando os que levavam a arca chegaram ao Jordão, e os seus pés se molharam na beira das águas (porque o Jordão transbordava sobre todas as suas ribanceiras, todos os dias da ceifa), pararam-se as águas, que vinham de cima; levantaram-se num montão, mui longe da cidade de Adão, que está ao lado de Zaretã; e as que desciam ao mar das campinas, que é o Mar Salgado, foram de todo separadas; então passou o povo em frente de Jericó. Porém, os sacerdotes, que levavam a arca da aliança do Senhor, pararam firmes, em seco, no meio do Jordão, e todo o Israel passou a seco, até que todo o povo acabou de passar o Jordão” (Josué 3.15-16).

O Jordão até hoje guarda fatos que aconteceram ao longo de suas margens. Em hebraico – “o que desce” – ele é historicamente conhecido pelos eventos que marcaram o povo de Israel e outros povos da região. Nele Jesus Cristo foi batizado por João Batista: “Então veio Jesus da Galileia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas, João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim? Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu. E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele” (Mateus 3.13-16). Elias e Elizeu tocaram suas águas com uma capa e ele se abriu e eles passaram sem molhar os pés, à semelhança do que ocorreu quando os pés dos sacerdotes que levavam a arca tocaram as águas. Deus havia dito a Josué: “… este dia começarei a engrandecer a ti perante os olhos de todo Israel, para que saibam que assim como fui com Moisés, assim serei contigo” (Josué 3.7). Deus queria realizar um grande milagre, mas o povo não estava preparado para receber a bênção, a vitória. Eles necessitavam de santificação. Josué sabia, perfeitamente, que, para acontecer o milagre, seria preciso um conserto de todo o povo com Deus. Então, ele disse às tribos: “… Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós” (Josué 3.5). A bênção, a vitória, não é alcançada por muitos porque não permitem que a arca (tipo de Cristo) passe a sua frente. A arca tem que estar à frente do cristão para orientá-lo, guiá-lo, dando-lhe sempre uma direção acertada para ele e sua família. Josué sabia que a arca precisaria ir à frente do povo pelos sacerdotes que a conduziam: “… Levantai a arca do concerto e passai adiante deste povo…” (Josué 3.6). Cristo deve permanecer, sempre, na frente de cada cristão temente e obediente. O último passo é o passo da bênção, da vitória. Os sacerdotes, tão logo deram o passo derradeiro e tocaram as águas, o rio se abriu permitindo o povo passar em seco. O grande segredo é que os sacerdotes que levavam a arca continuaram à frente do povo e só pararam no meio do rio, entre as duas margens. Abraão, certa vez, para cumprir um pedido da parte de Deus, precisou fazer um altar. Nele colocou lenha e amarrou seu filho Isaque. Tudo indica que ele iria imolar o seu filho e oferecê-lo em sacrifício ao Senhor. Deus queria provar a fé do patriarca. No instante em que ele ia usar o cutelo no rapaz, o anjo bradou das alturas e o impediu de cumprir o intento. Foi no último passo que a bênção, a vitória, aconteceu e Abraão e seu filho foram contagiados pela visão e pelo milagre ocorrido ali (Gênesis 22.6-11). Moisés e todo o povo, certa ocasião, encontravam-se em grande aperto. Faraó com todo o seu exército se aproximava com grande fúria e, certamente, iria repatriar o povo de volta para o Egito. Mais que depressa, Deus mandou Moisés tocar nas águas do grande Mar Vermelho que se abriu em duas partes e o povo passou seguro. O exército de faraó entrou atrás do povo, porém Deus fechou o mar e os soldados egípcios pereceram naquelas águas (Êxodo 14.15-22). Foi no último passo, no último minuto que houve o grande e maravilhoso milagre. O último passo é o passo da bênção, da vitória! A Bíblia relata a difícil tarefa de uma mulher que sofria há doze anos de uma hemorragia e que gastara todo o seu dinheiro em busca de cura. Um dia, talvez o mais trabalhoso de sua jornada, seguiu os passos de Jesus e enveredou por entre a multidão e tentou alcançar a orla do seu vestido. Apesar das dificuldades, ela conseguiu tocar as vestes de Cristo e foi curada, pois dEle saiu virtude. A mulher não só foi curada naquele último passo, o passo da bênção e da vitória, mas também obteve o perdão de seus pecados (Lucas 8.40-50). Não chovia em Israel fazia alguns anos. O profeta Elias resolveu orar para tornar a chover e disse ao seu moço: “… sobe agora, e olha para banda do mar. E subiu e olhou e disse, não há nada” (1 Reis 18.23). Elias não desanimou, persistiu em mais seis tentativas de oração e pediu ao moço que olhasse o céu, e ele olhou por mais seis vezes. De repente, na sétima, no último passo, o passo da bênção e da vitória, o jovem viu uma nuvem do tamanho da mão de um homem e, a partir dali, o milagre: desceu muita chuva sobre a terra (1 Reis 18.41-45). O último passo é o passo da bênção! Houve um dia em que um general sírio, chamado Naamã, procurou o profeta Elizeu em Samaria para que ele o curasse de sua enfermidade, lepra. Elizeu não recebeu, particularmente, Naamã, mas mandou o seu moço dizer-lhe que ele mergulhasse sete vezes no Jordão e seria curado. A Bíblia relata que o oficial sírio saiu reclamando da recepção e do rio em que teria que mergulhar, porquanto, na sua concepção, as águas do Jordão eram sujas e em Damasco, capital de seu país, havia rios de águas límpidas e cristalinas, Abana e Farpar. Mesmo contrariado, ele, com muito custo e a pedido dos seus criados, mergulhou as sete vezes recomendadas por Elizeu. Na última vez, a lepra desapareceu de seu corpo. Ele fora curado. A menina, sua criada, tinha razão, o Deus de Israel é poderoso, misericordioso e tem poder para restaurar o homem de qualquer mal. Naamã foi curado no último mergulho, no último instante de fé, quando ele creu que no sétimo mergulho sua pele seria limpa para todo o sempre. É no último passo, o passo da bênção e da vitória que as coisas boas acontecem na vida daquele que crê. Muitos cristãos não alcançam vitórias porque desistem no meio do processo, antes do último mergulho. Falta-lhes fé, força, ânimo, coragem, persistência para prosseguirem avante, na busca dos objetivos, dos sonhos e dos seus alvos. Muitos não são persistentes e, por isso, acabam perdendo a dádiva que desce de Deus. Já imaginaram se o profeta Daniel tivesse desistido no vigésimo dia de batalha de oração à beira do rio Hidéquel? Ele não esmoreceu. Foi persistente e, no vigésimo primeiro dia, Deus lhe concedeu o desejo de seu coração: somente ele viu o anjo se encaminhar para ele, os homens que estavam com ele, naquele momento, não viram o anjo, mas temeram e fugiram, escondendo-se (Dn 10.7-8). Foi no último passo, no último instante que ele permaneceu firme. Entre momentos acordado e desacordado, ele continuou crendo que Deus lhe concederia a bênção e assim aconteceu. A vitória veio no último passo, o passo de fé e de coragem. Querido irmão e amigo leitor, seja mais lutador, vibrador e persistente. Não desista dos seus objetivos, dos seus sonhos! Tenha fé, disposição, ânimo sabendo que o último passo é o passo da bênção e da vitória. Satanás já dava por ganha a batalha contra o reino dos céus. Ele não contava que, no último passo, ao terceiro dia, o Filho de Deus ressuscitaria em glória, para selar o plano da salvação da humanidade. Renascia, assim, Jesus Cristo no último passo, cheio de vigor e unção! Aleluia!

Pr. Orcélio Amâncio

Pr. Orcélio Amâncio

José Orcélio de Almeida Amâncio é o atual pastor presidente da igreja Evangélica Assembleia de Deus, igreja do Novo Milênio, localizada no Núcleo Bandeirante, Brasília DF. O pastor Orcélio é formado em letras(português-hebraico) pela universidade Estadual do Rio de Janeiro, é Bacharel em teologia, realizou o curso na escola de preparação de obreiros evangélicos (EPOE), no Rio de Janeiro, onde foi coordenador do ensino por seis anos; também, possui o curso básico de teologia da FATAD, em Brasília, durante dez anos, lecionou ali a língua hebraica e variadas disciplinas teologicas. É pós-graduado em docência do ensino superior pela faculdade Albert Einstein (FALBE) de Brasília DF.

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