(Continuação)

“E os filhos de Semer: Aí, Roga, Jeubá e Arã” (1 Crônicas 7.34).

O terceiro filho de Semer ou Somer é Jeubá, que tem o significado em hebraico de “Escondido”. A lição para você neste dia é: não se esconda de Deus, nem de suas fraquezas e seus problemas. Você deve enfrentar as suas dificuldades de frente. Elas não são maiores que você. Se você as achas tão grandes, então, o nosso Deus é maior e tem capacidade para fazê-las desaparecer de suas vidas. Jeúbá é “esconder”. Aproveite para esconder a Palavra de Deus em seu coração, a fim de que você não peque contra Ele. O salmista diz: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Salmos 119.11). Não adianta você se esconder de Deus. Você ainda é luz e Deus lhe chama de cidade fortificada, que está sobre a rocha, sobre o monte. Esta Rocha, é Cristo. Você não pode achar que tudo se acabou, ainda há esperança. Jesus te diz assim: “Vós sois a luz do mundo, não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte” (Mateus 5.14). Evite esconder os seus propósitos do Senhor. Mesmo você estando em estado de “ruínas”, sem “clamar” a Deus como deveria, e se “escondendo” de tudo e de todos, Deus está te vendo e quer solucionar o teu problema: “Ai dos que querem esconder profundamente o seu propósito do Senhor, e fazem as suas obras às escuras, e dizem: quem nos vê? e quem nos conhece? (Isaías 29.15). Não adianta fugir, nem se esconder do Espírito Santo, Ele já te achou: “Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? diz o Senhor. Porventura não encho Eu os céus e a terra? diz o Senhor.” (Jeremias 23.24). Por fim, o quarto e último filho de Semer ou Somer é Arã, que em hebraico significa “Viajante”. Quando a situação é tal como mencionei em lide, realmente, viajar nessa situação não é uma boa opção, mas, quando Deus entra com providências e sana todos os nossos problemas, então, é bom que se faça uma boa viagem. Que se descubra novos caminhos, outros lugares, cidades, países, lugarejos, de modo que se possa respirar um ar na presença do Senhor e da beleza que Ele criou. Bom seria se você pudesse clamar como clamou o salmista: “Ouve, Senhor, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou um viajante (estrangeiro) contigo e peregrino, como todos os meus pais.” (Salmos 39.12).