“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” (1 coríntios 13.11).

O apóstolo Paulo foi talvez o maior doutrinador e ensinador de que se tem conhecimento entre os escritores do Novo Testamento. Ele fala com muita propriedade sobre o ser menino. E admoesta a todos nós a não agirmos como meninos, pois somos homens e mulheres experientes, maduros, porquanto já acabamos com as coisas de menino. O menino, disse certo pregador, gosta de festa, de confraternização, pois é ali que ele come bolo a vontade. O menino não gosta de trabalho, mas de brincar, de correr e fazer as coisas descompromissadamente. O trabalho é realmente para o jovem maduro e experiente. Alguém que já cresceu e age como homem e como mulher e não como menino. O menino tem atitudes de criança, de quem não cresceu. Ele faz “birra” quando seus questionamentos ou suas vontades não são atendidas. Paulo estava muito preocupado com os meninos que existiam em Corínto, pois eles eles eram criadores de casos. Só faziam o que queriam, não gostavam de ser mandados, ou cobrados. Eles não gostavam de uma só liderança, mas de vários líderes. Para se ter uma idéia, a igreja estava dividida por conta disso, pois uns eram de Paulo, outros de Apolos, outros de Cefas e outros de Cristo. Só a graça de Deus para viver “num trem desses”. Conviver num ambiente assim não tem condições. Paulo procurou de todas as maneiras ensiná-los o caminho da verdade. Deixando de ser menino é amadurecer na pessoa de Cristo, ou seja, é crescer na graça e no conhecimento do Senhor Jesus. Nesses poucos anos que tenho de crente, tenho visto que há obreiros velhos que ainda são meninos, pois, eles nunca amadureceram. Não é o cargo e nem a função que deixa o homem mais experiente e maduro, mas o convívio diário com o Espírito Santo e com a Obra de Cristo. Acabe com as coisas de menino e cresça na fé. Não esqueça de alargar em esperança e em amor, pois Deus irá se agradar de você!.