“Eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele.” (Apocalipse 5.4).

Se tem uma coisa que eu me orgulho é de ler a Bíblia e nela destacar o nome que é sobre todo o nome e que nEle não se achou pecado algum, bem como se tornou não somente, o mais honesto, o mais honrado, o mais íntegro, imaculado, o mais correto, o mais digno e, também, o único Salvador de todos quantos o aceitam como Senhor, nEle crendo e aceitando a Sua palavra como regra de fé. Não existe uma viva alma, na face desta imensa terra que tenha sido, que seja e que venha a ser mais íntegro, mais honesto e mais correto que o Senhor Jesus Cristo. Quando Jesus Cristo exercia o Seu digno ministério aqui na terra, lhe acusaram de não ser honesto, porquanto ele não pagava o imposto devido a Cesar Augusto, Imperador de Roma. No mesmo instante, para provar que Ele não era o mais honesto e o mais digno entre os homens, disse a Pedro: “Mas, para que os não escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir, e abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-o por mim e por ti.” (Mt 17.27). Não somente pagou o seu imposto devido, mas também o de Pedro. Glória a Deus. Nem em Jerusalém, nem dentro do Sinédrio, nem dentro da Sinagoga, nem dentro do Senado romano, nem dentro do judaísmo, nem entre os fariseus, nem no seio dos saduceus, essênios, zelotes, terapeutas, entre os judaizantes e no meio dos que surgiam como cristãos e entre os discípulos de Paulo, Pedro, João Batista e Tiago, que fosse mais honesto que Jesus Cristo. Não havia, nunca houve e jamais existirá uma pessoa com essa qualidade, com esse caráter. Honesto mesmo só houve um: Jesus Cristo, homem. Este sim devemos render graça e honrá-lo por tudo o que Ele fez pela humanidade, entregando-se como sacrifício vivo para ser morto na cruz e remir a todos os quantos nEle crêem. O meu voto é para Ele. Nele eu voto sem abrir os olhos, pois Ele é digno de abrir o livro. Jesus Cristo, o homem mais honesto da face da terra. Não há outro igual, duvido!