“E um certo Ananias, homem piedoso conforme a lei, que tinha bom testemunho de todos os judeus que ali moravam, vindo ter comigo, e apresentando-se, disse-me: Saulo, irmão, recobra a vista. E naquela mesma hora o vi. E ele disse: O Deus de nossos pais de antemão te designou para que conheças a sua vontade, e vejas aquele Justo e ouças a voz da sua boca. Porque hás de ser sua testemunha para com todos os homens do que tens visto e ouvido.” (Atos 22.12-15).

 

Ananias tinha o bom hábito de orar a Deus. Certo dia ele orava e o Senhor lhe revelou a vida de um homem chamado Saulo, que estava autorizado pelas autoridades judaicas para prender e dissuadir qualquer grupo da “seita dos nazarenos”, como eram chamados os cristãos da época de Paulo.

O bom hábito de Ananias, de está sempre orando ao Senhor, fez com que lhe fosse revelado por Cristo ressurreto o estado de cegueira física e espiritual do jovem Saulo em Damasco, capital da Síria.

Teólogo do Século XIX, Henry Parry Liddon disse certa feita: “O que nós fazemos em grandes ocasiões dependerá do que somos, e o que somos é o resultado de anos de autodisciplina”. Que verdade, que sabedoria! Se não houver em nós autodisciplina, não realizaremos bons hábitos, e se não tivermos bons hábitos, certamente, não faremos grandes realizações para o Senhor Deus e também para a nossa própria vida nesta terra.

Uma das coisas que muito motiva a pessoa para realizar algo é o fato de saber se comunicar. Quem se comunica bem, não encontrará grandes dificuldades para descobrir o caminho da vitória. Este caminho, aliado com fé e com a motivação, erguerá o homem para atingir os mais preciosos ideais e objetivos de vida. Portanto, é preciso desenvolver bons hábitos, para poder realizar grandes ações.

Um bom hábito é a luta pela preservação da união. O salmista diz: “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.” (Salmos 133.1). Se você e eu tivermos o hábito de fazer boas amizades e de conservar a união fraternal mediante o amor cristão, então, juntos iremos realizar grandes obras para Deus.

Considero o bom hábito como um excelente e nobre tesouro que o homem guarda às sete chaves para usá-lo no momento oportuno. O homem de bons hábitos tira boas coisas do bom tesouro do seu coração: “O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más.” (Mateus 12.35).

Bons hábitos, bons desempenhos em tudo que realiza debaixo do sol.