“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

Dando continuidade ao assunto, pastores à beira do esgotamento, quero dizer ainda que alguns ministros do evangelho, devido ao ativismo exagerado, o envolvimento extremado na obra, tem lhe tirado os momentos da esposa e dos filhos, de modo que até mesmo o seu “sagrado” descanso fica deveras prejudicado. É preciso que o homem de Deus pense melhor em sua vida familiar e física. Moisés um dia estava enveredando por um caminho extremamente perigoso, porém, seu sogro Jetro, ao contemplar seu desequilíbrio emocional, viu que se tratava de má administração do tempo e o orientou como deveria trabalhar para Deus.

Não são poucos os ministros do evangelho, neste início de século, que têm se envolvido com questões sexuais. A vida moral vacilante abre espaço para criticas, e a perda do ministério recebido de Deus e até mesmo da família que tanto o ama tem sido uma constante na vida destes líderes. A tentação é mais intensa na vida daqueles que têm responsabilidade e estão à frente de algum rebanho. Quando o homem de Deus não vigia, certamente, estará sujeito as intempéries da vida, e hoje as questões que envolvem a sexualidade têm trazido prejuízos enormes à vida de muitos obreiros do Senhor, e com isso, provocado esgotamento espiritual.

O esgotamento algumas vezes está associado ao desgaste com a própria liderança que não sabe receber ordens, são líderes autoritários e que não gostam de cooperar com o trabalho a ser executado. O ministro do evangelho precisa ter muita paciência e ser um homem de oração para poder conduzir à igreja no temor do Senhor e ter consigo, lhe apoiando, os seus liderados. (continua).