“Duas coisas te peço: não mas negues, antes que eu morra, afasta de mim a falsidade e a mentira, não me dês nem a pobreza nem a riqueza, dá-me o pão que me for necessário” (Provérbios 30.8).

Agur foi um sábio judeu, filho de Joque, que escreveu e selecionou, as máximas de Provérbios capitulo trinta. Seu nome em hebraico significa “cobrador” ou “colecionador” e era muito preocupado com a vida.

A sua maneira de ver as coisas era regada de sabedoria e inteligência. Ele, pelos seus escritos, nos passa a ideia de alguém honesto e responsável com o seu caráter. Para ele, não importava ter em abundância, mas, conformava-se em possuir o suficiente para viver bem, desde que o tivesse adquirido pelos meios corretos, sem se utilizar da falsidade e da mentira.

A oração de Agur a Deus incluía um ingrediente chamado integridade: “… dá-me o pão que me for necessário”. Ele não tinha a pretensão de ser rico, nem tão pouco pobre, porém, sua luta foi sempre em buscar, de uma maneira ou de outra, a modéstia, e esta, sempre untada na honestidade, na sinceridade e na verdade.

Tudo indica que Agur foi um homem de palavra, que abominava a más conversações e a mentira. Que exemplo bom de ser seguido, principalmente, nesses dias em que os corações de muitos foram pichados com a tinta do orgulho, da corrupção e da falsidade.

Não murmure e  não reclame da vida, todavia, é bom se conformar com o que tem recebido do Senhor, da sua família, da igreja (orações)…!