“Disse pois: O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador.” (2 Samuel 22.2).

O povo de Israel atravessava um momento muito difícil, havia fome sobre a terra. Três anos a terra foi castigada pela seca e, a fome, se alastrou por todos os lugares e, ainda por cima enfrentou quatro guerras tremendas contra os filisteus e nessas lutas Davi venceu e derrotou alguns gigantes de Gate.

Em meio às vitórias alcançadas, o rei Davi canta um lindo cântico de louvor e ações de graças ao Deus de Israel: “E Falou Davi ao SENHOR as palavras deste cântico, no dia em que o SENHOR o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul. Disse pois: O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador. Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. Ó meu Salvador, da violência me salvas. O Senhor, digno de louvor, invocarei, e de meus inimigos ficarei livre,
Porque me cercaram as ondas de morte; as torrentes dos homens ímpios me assombraram. Cordas do inferno me cingiram; encontraram-me laços de morte. Estando em angústia, invoquei ao Senhor, e a meu Deus clamei; do seu templo ouviu ele a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos.” (2 Samuel 22.1-7).

Davi canta e afirma que Deus é o seu libertador, o seu rochedo, a sua força e a sua salvação. Como é importante para o homem se colocar diante do seu Deus e lhe dizer com o coração radiante de amor e fé, reconhecendo com sinceridade da alma que o Senhor Deus é o seu libertador. Davi foi um homem abençoado e tido e havido como um homem “segundo o coração de Deus”, porque ele sabia convencer Deus, agradar ao Senhor e dedicar-lhe horas e horas com suas orações e salmos de louvor.

Estamos no segundo dia do ano e Deus espera que eu e você continuemos firmes em sua presença e jamais o negue, em hipótese alguma, mas que o tenha como Salvador e Libertador de nossas vidas. Aleluia!