“Ora, o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo” (Romanos 15.13).

Outro dia li um livro e o autor dizia: “ovos são ovos, mas alguns apodrecem, da mesma forma, esperanças são esperanças, mas muitas delas transformam-se em desilusões”.

É a pura realidade. O Diabo é PHD em tornar a vida de paz em intranquilidade geral, a vida de união em desunião, provocando uma tremenda confusão e contendas generalizadas entre as famílias; ele também faz com que as pessoas que relaxam nas buscas por um dia melhor ou em persistir nas realizações de seus sonhos, desvaneçam e percam a esperança, indo direto para o porão dos desiludidos, que não comporta meia dúzia de pessoas, mas uma grande multidão.

Sem paciência é a mesma coisa que jogar água fria na fogueira, aos poucos só haverá fumaça, até extinguir-se o fogo totalmente. “E a paciência a experiência, e a experiência a esperança” (Rm 5.4), assim se expressava Paulo ao escrever aos romanos.

O patriarca Jó disse muito bem: “Onde, pois, estaria agora a minha esperança? Sim, a minha esperança, quem a poderá ver? (Jó 17.15). Ninguém poderia ver, nem a sua esposa, nem seus amigos e nem tão pouco os seus acusadores. Somente ele poderia ver o que se passava dentro daquele coração ferido e dorido.

Jó guardou a fé, manteve firme a âncora da esperança e quando todos pensavam que ele havia desfalecido de vez, ou seja, entregado os pontos, ele bradou: “Eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará” (Jó 19.25).

Cada crente em Jesus Cristo, em esperança foi salvo: “Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará? (Rm 8.24).

Quantos não conseguem mais viver em paz, se sentem inseguros e em profunda desilusão, justamente porque perderam a esperança: “E terás confiança, porque haverá esperança; olharás em volta e repousarás seguro” (Jó 11.18).

Jó é exemplo de quem passou por grandes dificuldades, por fortes dores na alma, mas não se entregou, perseverou em esperança e triunfou no apagar das luzes, porque Deus jamais o desamparou, lhe dando por fim a vitória e fazendo-o triunfar em fé e em esperança.

Saiba que a esperança dos justos é transformada em alegria: “A esperança dos justos é alegria, mas a expectação dos perversos perecerá” (Pv 10.28).

Não jogue fora a sua esperança, tenha fé em Cristo e espere para seres um vencedor. Um bom conselho: “Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração” (Rm 12.12).