“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba…” (1 Coríntios 13.4-8).

Um dos assuntos mais explorados pelos ensinadores bíblicos, ao longo desses vinte últimos anos, tem sido o relacionado com o amor conjugal.

Com a globalização e a crescente marcha do capitalismo, cresceu a comercialização de produtos relacionados ao sexo, a beleza, a produção cinematográfica e a indústria do corpo. Tais produtos tem provocado reações promiscuas entre os cônjuges, e a comercialização ostensiva, tem promovido o interesse até mesmo de pessoas crentes, cujos efeitos provocam a separação dos casais, a traição e a desestabilização da família.

Eles também, são os grandes responsáveis pelas crises conjugais existentes, numa escala de proporções gigantescas, capaz de jogar por terra tudo o que a Bíblia tem falado sobre o bom viver cristão e familiar, cujo controle por parte do Governo, da igreja e da sociedade já não existe mais, deixando muita gente sem esperança de um viver saudável.

O conceito bíblico de homem, mulher e filhos, componentes desta tríplice harmonia divina, tem se deteriorado ao longo dos anos. A mazela do pecado e a libertinagem envolvendo homem e mulher, geralmente ficava no âmbito do mundo de perdição e iniquidade, porém, de uns tempos para cá, está entrando como uma avalanche no seio da Igreja de Cristo, causado muitos males e destruído muitos lares e provocando inúmeras separações conjugais, de modo que as gerações mais novas são tremendamente afetadas.

Quando aprendemos o verdadeiro significado do amor e amamos de verdade, conforme recomenda as Escrituras, o espaço para a dúvida, a infidelidade, a injustiça, o ciúme, vão se distanciando de nós, dando lugar, por certo, a confiança e o prazer de gozar a vida ao lado da pessoa que amamos.

Não nascemos para mudar ninguém. Este papel é do Espírito Santo. Cada um de nós temos a capacidade espiritual dada por Deus para conviver com os defeitos e imperfeições da pessoa que amamos, então, começamos a descobrir a verdadeira felicidade conjugal, e passamos a viver melhor.

Quando amamos de verdade ao Senhor Jesus, Ele coloca em nosso coração capacidade para amarmos a pessoa a quem escolhemos para vivermos juntos, como marido e mulher.

Aprendemos a amar ao nosso cônjuge, ao nosso semelhante e aos nossos filhos. Esse amor, conforme diz Paulo, pode ser expresso em forma de paciência, benignidade, abandono radical do ciúme, da soberba, do portar-se indecentemente, da busca pelos interesses do outro, do viver quieto, tudo fazendo para não se ressentir e nem se alegrar com as formas de injustiça que tanto prolifera na mídia moderna.

Paulo, ainda diz que “o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais se acaba.”. O amor na verdade jamais poderia se acabar, todavia, a esperança de muitos, que aguarda com paciência no Senhor, a fim de que ele possa atar os elos abertos, untar e fechar as feridas mal cicatrizadas, reunir os corações partidos, reatar os ideais formados na noite de núpcias, aonde a felicidade parecia não ter fim, nunca deveria se acabar.

Sim, não poderia se extinguir, porquanto, o Senhor é o mesmo, e está disposto a realizar uma nova invertida no teu sentimental, portanto, é preciso que o casal queira, tenha esperança, tenha vontade de ser despertado pelo Espírito Santo.

Jesus quer o melhor para o casal, para a família. Ele quer oferecer oportunidades constantes, para que concordem aqui na terra em querer para si o que for mais aprazível, a fim de que a Trindade, no céu, possa concordar e derramar ricas e maravilhosas bênçãos sobre a família.

Não permita que a lua-de-mel, que começou num dia tão lindo, se acabe, promovendo assim, festa no arraial do inimigo de nossas almas. Saiba que o “amor jamais poderá se acabar entre os cônjuges, para isso, o Espírito Santo precisa estar entre o casal sempre.