“Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos.
Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.” (Jó 42.5,6).

O sábio rei de Israel, Salomão dizia com muita convicção de que o fim é melhor do que o princípio: “Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; melhor é o paciente de espírito do que o altivo de espírito.” (Eclesiastes 7.8).

É muito bom quando se confia de verdade em Deus. Este, por sua vez fica sempre à espera que o ser criado se dirija a Ele, não somente para lhe pedir algo, mas para reconhecer o que Ele tem feito de bom, e como tem concedido a bênção da salvação, sacrificando assim, o Seu Filho unigênito Jesus Cristo, o qual morreu na cruz do Calvário. Ou seja, lhe agradecer e também o adorá-lo em espírito e em verdade.

Jó foi paciente, persistente, imprudente algumas vezes quando questionou Deus, porém, ele acima de tudo foi temente, de modo que Deus lhe concedeu a perfeita restauração. Concedeu-lhe viver na riqueza novamente e lhe coroou de filhos e filhas e lhe deu saúde para curtir a felicidade a dois junto com sua esposa.

Quem deseja alcançar a restauração completa passa por algum deserto na vida, enfrenta dificuldades e tempestades na vida espiritual, bem como faz sacrifícios para ter seus sonhos e objetivos de vida alcançados.

É muito comum as pessoas colocarem inúmeros propósitos diante do Senhor, porém, com o passar dos meses, e pela velocidade com que o mundo gira, e a tecnologia avança, e os problemas surgem como gafanhotos famintos na lavoura, então, alguns relaxam, negligenciam na busca, não são persistentes e acabam não alcançando nada no decorrer do ano.

A perfeita restauração existe. Todavia, é preciso que o homem se envolva Deus em nossos negócios, em nossa vida. Aleluia! Jó precisou se arrepender para obter a sua vitória, a sua restauração perfeita.