“E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos. E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada. ” (Lucas 15.15,16).

Essa situação deprimente e angustiante, vivida por alguém que teve tudo na vida, riqueza, família, saúde, um lar, etc., e num dado momento se acha entre os porcos, e o pior, disputando a comida com eles para não morrer de fome, é de cortar o coração.

Assim como o jovem da parábola contada por Jesus, existem muitos, que não tem mais lar, nem família, nem riqueza, nem dinheiro para comprar pão e água, muito menos o suficiente para se vestir ou comprar produtos básicos para a sua saúde e bem-estar.

Viver com os porcos era o estado daquele moço que outrora fora tão bem-sucedido, filho de uma família que tinha uma propriedade lucrativa, com empregados e fartura de pão, e num dado instante, por uma decisão errada que tomou na vida, se acha agora entre inúmeros porcos famintos, tendo até que disputar a comida dos animais para poder se manter vivo.

Às vezes não damos graças a Deus quando temos abundância e vivemos bem no lar, no trabalho, na escola, na faculdade, etc., entretanto, só valorizamos a família, o lar, e o emprego que temos quando estamos numa situação de grande dificuldade. É preciso refletir bastante antes de se tomar uma decisão na vida, pois, a mesma pode ser errada e aí a pessoa pagará caro por ela.

O moço só viveu com os porcos até o dia em que ele refletiu sobre a sua situação e fazendo um balanço da vida viu que estava em grande dificuldade e precisaria voltar para casa, pedir perdão a Deus e a seu pai e recomeçar novamente no caminho da vitória, da bênção.

Assim ele fez e se deu muito bem. Seu pai o recebeu de volta e ele nunca mais voltou a apascentar porcos e comer a lavagem com eles.