“Mas eu entrarei em tua casa pela grandeza da tua benignidade; e em teu temor me inclinarei para o teu santo templo” (Salmos 5.7).

O rei do majestoso povo de Israel, Davi, tinha a plena convicção de que Deus tem real prazer em abençoar o justo, por isso ele procurava se esforçava para meditar em Sua lei.

Davi era um homem temente ao Senhor e se alegrava só em receber o convite para ir à Casa de Deus: “Alegrei-me quando me disseram: vamos “Casa do Senhor!” (Salmos 122.1).

Quantos já não mais tem prazer em comparecer, contribuir, manter, restaurar, enfim, fazer algo de bom pela Casa de Oração. Outros há que até vão à Casa de Deus, mas não para louvá-lo na beleza de Sua santidade, nem tão pouco reconhecem o quanto o Senhor é benigno, amoroso, salvador e digno de toda honra e de toda a glória.

O templo para esse tipo de pessoas é como um lugar qualquer, onde os encontros são unicamente para se falar assuntos do cotidiano: política, reclamar de alguma situação que tem como alvo o poder econômico, etc. O templo não é mais um lugar de adoração para eles, porquanto, todo ambiente de adoração é palco de reverência, e reverência eles não têm; aliás, esta palavra está sumindo do meio do povo de Deus.

É bom entrar na Casa do Senhor e reconhecer a Sua benignidade. Quando o homem assim procede ele passa a ser um alvo em potencial das bênçãos de Deus. Amém!