“Maridos, amai vossas mulheres, como também, Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25).

Convoco a todos os maridos a mergulharem nas águas límpidas da responsabilidade. Responsabilidade essa que recai sobre os ombros daqueles que são a cabeça do lar, você e eu que temos uma família a zelar e somos maridos.

Não fui motivado para escrever essa palavra de incentivo e de chamamento a todos quantos estão casados e lutam para manterem a ordem e o respeito em suas casas, mas o Senhor Deus é que me conduziu a deixar para todos vocês essa palavra de alerta e de edificação, a fim de que a responsabilidade de cada um seja voltada, principalmente, para amar sua mulher e assim tornar o lar mais forte e mais saudável, de modo que o reflexo seja sentido na igreja e no seu trabalho, porquanto o bom humor e a paz irão, certamente, fazer parte de sua vida cotidiana.

O apóstolo Paulo quando escreveu a sua primeira carta aos Coríntios, capítulo 13 e versos de 4 a 8, ele fala sobre o amor e faz a seguinte afirmação: o amor é paciente, é benigno, não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus próprios interesses, não se exaspera, não se ressente do mal, não se alegra com a injustiça, regozija-se com a verdade, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta e jamais acaba.

Que riqueza se encontra nas palavras do apóstolo o que Paulo. De igual modo ele escreve aos efésios e fala para o marido, diretamente, a amar sua esposa, sua mulher e companheira por toda a vida.

Caríssimo amigo e irmão em Cristo, sendo você o líder de seu lar, o sacerdote dele, não permita que o seu amor esfrie. Renove suas forças, busque no perdão, no acordo, na comunicação sábia, na união, na perseverança e esperança de um casamento duradouro a felicidade que lhe faltou no ano passado ou ao longo dos anos.

Ressalto que, em alguns casos, para que o casamento oxigene e prossiga firme num novo rumo, ou seja, na direção certa, onde Deus é o caminho da felicidade, é preciso que você se humilhe e deixe de lado o egoísmo e permita que o Espírito Santo refrigere a sua alma e o seu coração ferido, de modo que as bênçãos de Deus e o amor conjugal voltem a reinar em sua vida conjugal.

Uma coisa eu quero lhe dizer: grande é a sua responsabilidade que você tem como marido e sacerdote do seu lar.