“Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.” (João 15.9).

O amor é essencial, porque através dele a igreja está unida a Jesus Cristo, como uma noiva ao seu noivo, sendo-lhe obediente e preparando-se para o grande encontro das bodas.

Através da salvação nasceu em nós o “primeiro amor”. Não podemos abandonar esse prazeroso viver como fizeram os irmãos de Éfeso nos dias de João, o evangelista. Veja a advertência de Cristo ao anjo da igreja em efésios: “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.” (Apocalipse 2.4,5).

Quando vivemos esse primeiro amor, temos cravado no coração o compromisso de amarmos ao Senhor Jesus e a Ele sermos fiéis até a morte. O apóstolo Paulo disse: “Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo. Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.” (2 Coríntios 11.2,3).

É preciso que cada um servo do Deus Altíssimo seja fiel até o fim. As lutas e provações são muitas e cada vez mais intensas, porém, Deus não vos deixará tentar acima do que podeis. Seja fiel até a morte e Ele, o Cordeiro de Deus, te dará a coroa da vida. A promessa diz: “Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1 Tessalonicenses 4.17).

Vale a pena permanecer no amor de Deus.