“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” (Romanos 12.1).

O homem é movido por estas duas forças extraordinárias, as intrínsecas e as extrínsecas. As primeiras são consequências de motivações que acontecem no homem interior, capazes de transformar a pessoa em alguém apaixonado pelas almas perdidas, e por elas ter compaixão e amor de modo a interceder e ajudar o outro a ter um encontro glorioso com o Salvador Eterno, Jesus Cristo.

As forças extrínsecas são promovidas pelas motivações externas, as quais contribuem para a felicidade de muitos, porquanto, as mesmas acontecem com as promoções, as assunções de cargos, chefias, e funções de grandes responsabilidades, as quais deixam a pessoa vaidosa e feliz. Muitos, movidos por estas forças extrínsecas, tornam-se soberbos, e em vez de exercerem a sua liderança eficaz, acabam sendo simples chefes e não líderes.

O apóstolo Paulo, líder nato e eficaz ensinou aos Coríntios assim: “Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado.” (2 Co 12.15). O verdadeiro líder deixa as forças intrínsecas agirem dentro de si e as utiliza para ganhar vidas para o Reino de Deus. Ele se emociona, se dedica em oração e batalha sem parar para a salvação da gloriosa Igreja do Cordeiro.

A maior valorização desses líderes eficazes é com as forças intrínsecas. Eles também valorizam as forças extrínsecas, porém, as que eles mesmo conquistam e são merecedores. As forças intrínsecas, são reforçadas por uma vida de oração, de

compromisso com a obra de Deus, por fazer a vontade do Senhor e lutar por manter uma vida santificada e bem alicerçada na Palavra de Deus.

Deus, certa vez repreendeu ao profeta Jonas porque ele valorizou mais as forças extrínsecas do que as intrínsecas: “E disse o Senhor: Tiveste compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que, em uma noite, nasceu e, em uma noite, pereceu.” (Jn 4.10). Jonas precisou aprender que o amor pelas almas perdidas, ou seja, pelo povo de Nínive, deveria ser muito maior do que o amor por coisas materiais, externa a ele. É hora de valorizar as forças intrínsecas muito mais do que as extrínsecas, porquanto, o nosso amor e paixão pelas vidas perdidas precisa ser posto em prática. Amém!

Vamos apresentar os nossos corpos em sacrifícios de fé e de amor pelo outro. “… apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.”