“O campo é o mundo, e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno” (Mateus 13.38).

Quando Jesus Cristo ministrou aos seus discípulos essa parábola do trigo e do joio, Ele ainda não havia instituído a Sua Igreja. A explicação feita por Jesus está bem clara para nós hoje, e, certamente, os seus discípulos não tiveram dúvidas quanto ao entendimento dos elementos da parábola: o campo é o mundo; a boa semente os filhos do reino; e o joio os filhos do Diabo.

Que mundo é este que atrapalha o progresso da igreja? Trata-se de um mundo mergulhado no pecado, que jaz no maligno, que se opõe a pregação da Palavra de Deus e tudo faz para impedir que a família cresça e se fortaleça na pessoa de Cristo. Um mundo descrente, idólatra, repleto de superstições e que adoram imagens de esculturas e não ao Deus verdadeiro, que enviou Seu Filho Unigênito para morrer na cruz do Calvário, para que todos os que nEle creem tenham vida e vida em abundância, ou seja, a vida Eterna.

Os filhos do reino, que é a boa semente não podem jamais abrir mão desse privilégio de poder influenciar este mundo com a boa semente, a Palavra de Deus, as Boas Novas de Salvação, que tem o poder de transformar vidas, enquanto, o joio é uma erva daninha, muito parecida com o trigo, de modo que é conhecida como “trigo bastardo”. Só se conhece que é joio quando se está próximo da ceifa.

Jesus não permitiu que se arrancasse o joio. “o joio são os filhos do maligno” (Jo 13.38b). Tal parábola nos serve de alerta, pois, entendemos que há crentes que não dão bom testemunho. São pessoas que têm o nome de cristãos, convivem e participam das atividades no templo, frequentam aos cultos, porém, seus testemunhos não são plausíveis, ou seja, não são dignos de aceitação por parte do Espírito Santo.

Se Jesus não permitiu que se arrancasse o joio, então, quem somos nós para o fazê-lo hoje! Neste caso particular, temos somente que orar ao dono da obra, o noivo da igreja, Jesus Cristo. Amém!